Lava Jato - Ex-ministro mafioso Antonio Palocci (PT), faz delação premiada explosiva contra várias instituições financeiras do país

Uma das mais esperadas delações premiadas já feitas com a Justiça Federal e com a Polícia Federal, foi realizada após homologação em que o mafioso e corrupto ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci (PT) que atuou nos governos dos ex-presidentes da República Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff , ambos do PT; destacou que \" alguns dos principais bancos do país teriam feito doações eleitorais ao PT que somam R$ 50 milhões de reais \" para campanha eleitoral do PT em \" troca de favorecimentos nos governos do ex-presidente Lula e Dilma Rosseff.

 

As informações foram divulgadas na sexta-feira (19), pelo Jornal O Globo. Trata-se de bombásticas informações mantidas ainda sob controle da Polícia Federal e do Ministério Público Federal que vão dar continuidade nas investigações após esta esperada delação premiada por parte do mafioso e corrupto ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci (PT), que foi preso durante uma das fases da Operação lava - Jato da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

 

O que rondava como uma possível realidade no Brasil, Palocci (PT), declara ao MPF e à PF

Segundo Palocci, nesta delação à Justiça Federal; dentre vários interesses por parte de diversos dos principais bancos do Brasil; estavam a de acessar informações privilegiadas sobre mudanças na taxa básica de juros e influência em decisões junto ao BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, cujo banco o atual presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), citou como sendo uma espécie de \" Caixa preta \" que pretende abrir para expor com transparência gestões anteriores especialmente durante os governos de Lula e de Dilma (PT) além de Michel Temer (MDB).

 

A delação de Antônio Palocci (PT), pega o banqueiro André Esteves no instante em que o Banco Central (BC); decide garantir o retorno dele (André Esteves ) ao controle do Banco BTG Pactual. André Esteves chegou a ser preso em 2015 numa das fases da Operação lava Jato juntamente com o ex-senador Delcídio Amaral (PT), e outras duas pessoas e caso relacionado ao escândalo da Petrobras e relacionado à tentativa de obstrução à Justiça quando teriam ambos supostamente feito tentativas de que o então ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró não fizesse nenhuma delação à Justiça Federal.