PF ouve depoimentos da quadrilha de hackers presos em São Paulo. Investigações avançam. Mais novidades poderão surgir

A prisão da quadrilha de hackers presos pela Polícia Federal na Operação \" Spoofing \", na terça-feira (23), quando quatro pessoas foram presas sendo que um dos presos assumiu perante depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal (MPF), em Brasília (DF), para onde a quadrilha de hackers foi levada para prestar depoimentos à Justiça; poderá trazer novas revelações além do que até agora já foram levantadas pela Polícia Federal.

 

Após estes depoimentos já demonstram que há algo além da fronteira de tão somente ato criminoso praticado quando do acesso aos celulares do ministro Sergio Moro e do procurador da República Deltan Dallagnol, dentre centenas de outras pessoas incluindo muitas autoridades políticas, agentes públicos da esfera do Judiciário e do Governo tanto Federa;l quanto possivelmente de outros líderes políticos de várias regiões do país. A Polícia Federal está abrindo todos os arquivos disponibilizados pelo principal autor desta prática criminosa presa nesta Operação \" Spoofing \", Walter Delgatti Neto, que assumiu ter praticado a invasão aos celulares de Moro e de outras centenas de pessoas , prestou depoimentos à Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público Federal (MPF), assim como outras três pessoas envolvidas nesta prática considerada criminosa.

 

Movimentação financeira suspeita da quadrilha; além de tentativa de negociar os arquivos no âmbito político em que Walter Delgatti Neto, segundo divulgado à Imprensa; teria interesse em negociar arquivos para entregar ao Partido dos Trabalhadores (PT) . O PT lançou uma nota oficial repudiando e destacando ser um \" absurdo \" haver tentativa de ligar o caso com o PT. Walter Delgatti Neto é filiado ao DEM e deverá ser expulso do partido.

 

A complexidade desta operação investigatória que vem sendo realizada pela Polícia Federal e Ministério Público Federal; que lançou nota à Imprensa destacando ser um \" absurdo \" tentativas de haver interesses de ligar o PT neste caso de hackeamento. O grupo preso na Operação \" Spoofing \", pretendia segundo as investigações da PF e do MPF adquirir armas. Alguns membros desta quadrilha já tinham registros por passagem em delegacia, sendo um deles em Santa Catarina. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal, realizam a partir desta prisão e após estes depoimentos prestados à Justiça por parte dos quatro detentos desta operação \" Spoofing \", uma ampliação investigatória que poderá revelar muito além do que até agora já foram divulgados em áudios e mensagens via Telegram através do site The Intercept Brasil.

 

Aliás, conteúdo amplo que a PF e o MPF possuem a partir das aberturas de arquivos e acessos obtidos pela quadrilha presa nesta operação \" Spoofing \". Indiretamente, mesmo sendo uma prática criminosa o acesso a celulares privados; em termos de informações sejam elas ou não verídicas em sua plenitude; a PF e o MPF alcançam agora um vasto campo de informações a fim daqui em diante poderem atuar contra possíveis atos ilícitos em todas as áreas como do Executivo; Legislativo e Judiciário, além da iniciativa privada se é que houve também o alcance destas ações da quadrilha de hackners.

 

O combate à corrupção no Brasil pode ganhar um reforço a partir desta prisão da quadrilha em São Paulo (SP); Araraquara (SP) - onde uma casa foi considerada como local de origem da prática do hacker; e na cidade de Ribeirão Preto (SP). A quadrilha já mantinham ligações entre si desde há