Destaques deste final Julho no Brasil: Morte de indígena gera revolta. Hackers em audiência e recorde da carga tributária absurda no país

O início de semana que antecede o final de julho no Brasil começa bem movimentado como exemplo do conflito entre garimpeiros que invadiram terras pertencentes aos índios Wajãpis, que vivem na região próxima dos rios Oiapoque; Jari e Araguari - região do Baixo Xingú, na região Amazônica.

 

A morte de um dos líderes dos povos indígenas Wajãpis, Emyra Waiãpi, de 62 anos, encontrado morto neste fim de semana em suas terras demarcadas; provocou indignação e revolta dentro e fora do Brasil. São várias manifestações públicas de artistas brasileiros; jornalistas; escritores; músicos, pintores expondo suas indignações contra a violência aos povos indígenas. A Polícia Federal, o BOPE; Guarda Nacional chegaram em equipes à região de conflito em que grupos de garimpeiros fortemente armados invadem terras indígenas e promovem além de assassinatos; extração ilegal de árvores e de riquezas minerais.

 

A Funai acompanha as investigações e exige providências por parte do governo federal. O índios Wajãpis são designados da língua Tupi e vivem na região dos Rios Oiapoque; Jari e Araguari, na região do Baixo Xingu, na região Amazônica.

 

Hackers terão audiência na terça-feira (30), na Justiça Federal

As quatro pessoas presas pela Polícia Federal (PF), suspeitas de promoverem a invasão aos celulares de cerca de 1.000 pessoas, incluindo o ministro de Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, o coordenador da Operação lava Jato Deltan Dallganol, dentre outras autoridades dos três poderes do país; estarão em audiência na terça-feira (30), na Justiça Federal. Houve prisão preventiva na semana passada e que foi prolongada por mais alguns dias por decisão da própria Justiça que investiga junto a Polícia Federal os arquivos obtidos pelo hacker Walter Delgatti Neto e possivelmente por outras três pessoas presas nesta operação denominada \" Spoofing \".

 

A repercussão desta prisão começa ganhar novos desdobramentos uma vez que o Ministro Sergio Moro manifestou interesse em destruir estes arquivos obtidos durante as investigações contra os hackers e que o próprio presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), defende de que cabe à Justiça decidir se destrói ou não estes arquivos. Arquivos estes que estão com cópias já enviados ao exterior pelo hacker Walter Delgatti Neto e que ele próprio confirmara em depoimentos à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal. isto que cópias destes arquivos, segundo Delgatti também estão dentro do Brasil.

 

E é sobre isto que vem gerando uma espécie de inquietação e insegurança diante do tamanho das possíveis revelações futuras diante de conteúdos que poderão levar à uma verdadeira devassa e de comprometer, inclusive, diversas autoridades de todos os poderes do Brasil. O que há por detrás destes arquivos e seus conteúdos poderá ser algo extremamente gravíssimo e que até o próprio presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), chegou a denominas o caso como de \" segurança nacional \".

 

Ou seja, o tamanho, a dimensão do que se foi tratado, realizado, definido ou não em diálogos decisórios, tramas; negociatas; acordos tudo pode revelar ao povo brasileiro onde as entranhas de certos mafiosos e corruptos travestidos de cidadãos do bem e que deveriam promover o combate à corrupção; não praticar atos ilícitos; não realizar acordos e conchavos vislumbrando obtenção de dinheiro, riquezas e poder; poderão assim levar de gato o Brasil à faxina completa em sua plenitude - algo que o povo brasileiro em sua ampla maioria almeja desde há muitas décadas. Trata-se diante desta prisão de hackers o fato mais contundente, apesar de ser um ato ilegal, criminoso mas que pode mesmo assim levar à uma desnudes completa do que existe de baixo dos tapetes dos poderes políticos - administrativos; judiciário e legislativo do Brasil.

 

Brasil registra a maior carga tributária dos últimos 17 anos : São 35,07% do PIB em tributos

O cidadão brasileiro continua sendo uma espécie de escravo moderno que mesmo tendo a possibilidade de acesso aos mais confortáveis produtos e serviços deste país - desde que tenha recursos financeiros capazes de assim o realizar; ao contrário disto tudo, o que se sabe é que cada brasileiro tem que trabalhar 128 dias para pagar tributos. Obviamente que nem todos trabalham estes 128 dias por ano, pois no Brasil são mais de 10 milhões de desempregados; outras dezenas no sub emprego e mais outras dezenas com míseros salário -mínimo para sobreviver.

 

E mais ainda: tem os milhares de corruptos e ladrões do dinheiro público que sequer estão preocupados com estes índices relacionados aos tributos. Pelo contrário: sonegam; bem como; muitos destes corruptos e mafiosos obtém ainda benefícios do poder público sem dar contrapartida alguma. O Brasil registrou em 2018 um índice de 35,07% do PIB em tributos - é o maior já registrado nos últimos 17 anos no país.