Bolsonaro (PSL), sob pressão de mafiosos presidente da Câmara Maia (DEM) e do Senado Alcolumbre (DEM) , deixa Moro de lado que pode deixar o governo em breve

Nos bastidores políticos em Brasília (DF), já se cogita uma provável saída do ministro da Justiça Sergio Moro do governo federal.  Diante de pressões em que grupo de mafiosos e corruptos envolvidos em processos que tramitam na esfera da Justiça Federal, manipulam estratégias e pressões articuladas para que o ministro da Justiça Sergio Moro venha deixar o governo em breve. 
 
 
E demonstrações do gênero são já manifestadas pelo próprio presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), que mantém uma espécie de pacto com o presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM/RJ) e do presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (DEM -AP); além do próprio Supremo Tribunal Federal (STF), através do presidente ministro Dias Tofolli.
 
 
O objetivo deste contexto de pacto é evitar que mais mafiosos e corruptos possam parar na prisão. Daí, a decisão do presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), em manter controle sobre indicações para o comando da Polícia Federal (PF), e do Coaf - órgão que passa perder força devido mudanças sendo realizadas por decisões de Bolsonaro (PSL).
 
                          
Diante desta realidade em que Jair Bolsonaro (PSL),  manifesta publicamente forte ligações com o presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM/RJ) e o presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (DEM/AP); sendo estes dois últimos envolvidos em denúncias graves de corrupção; lavagem de dinheiro e até formação de quadrilha;  cujos processos tramitam na esfera da Justiça Federal; a estratégia para evitar que investigações e punições por parte da Justiça Federal  sob comando do ministro Sergio Moro avance mais ainda sobre Rodrigo Maia (DEM) e Davi Alcolumbre (DEM), além de alguns dos familiares do presidente da República Jair Bolsonaro (PSL), que são investigados pela Justiça Federal; faz com que a cada dia que passa a situação do ministro da Justiça Sergio Moro no cargo fique ainda mais fragilizada.
 
 
Exatamente o que certamente muitos corruptos e mafiosos envolvidos principalmente na Operação Lava jato; Zelotes e outras em andamento mais desejam. Isto é: enfraquecer o ministro da Justiça Sergio Moro. Aliás, foi um grande erro Sergio Moro ter aceitado ingressar neste meio político recheado de mafiosos; quadrilhas e corruptos. Ladrões de bilhões do povo brasileiro e que se  auto protegem entre si em pactos e acordos fechados.
 
 
As próprias decisões dentro do Supremo Tribunal Federal (STF), que pouco tem contribuído para com o combate a corrupção no Brasil diante de concessões de habeas corpus para mafiosos e corruptos; arquivamentos de vários processos contra mafiosos e corruptos; demonstra desta forma que além de prescrições de crimes investigados por parte do Ministério Público Federal e da Polícia Federal; os entraves nesta esfera do STF e do STJ;  dão clara noção de que não há interesse maior em promover o combate à corrupção no Brasil, infelizmente. Assim como muitos outros ex-ministro do governo Bolsonaro (PSL), a saída de Sergio Moro do ministério é uma  questão de semanas.
 
 
Moro não se sente confortável no cargo e isto é notório e uma decisão em deixar o ministério da Justiça e retornar ao cargo de Juiz ajudando como vinha auxiliando em muito na Operação lava Jato é uma forma de fortalecer o combate à corrupção no país. Pois foi ali na atuação do comando da Operação Lava Jato que o Brasil deu um salto excepcional, altamente contundente em relação ao combate à corrupção no Brasil.
 
 
E é isto co que o povo em sua maioria mais almeja neste país: continuar firmemente o trabalho de combate a corrupção e não ao contrário como se vê na atualidade. Conluios, conchavos; manipulações entre poderes para atravancar este importantíssimo trabalho em prol da Nação Brasileira - o combate firme, contínuo e permanente contra a corrupção e ação de mafiosos e quadrilheiros que promovem roubos bilionários aos ofres públicos deste país - dinheiro que é de todo cidadão brasileiro.