Código Florestal com votação adiada novamente
O debate na sessão do plenário da Câmara Federal começou logo cedo, às 9h e extendeu-se até meia noite-madrugada desta quinta-feira, dia 12. Sem quórum regimental pela aprovação do novo texto do Código Florestal do Brasil, agora, novamente espera-se outra sessão para que haja aprovação ou não deste novo código. O debate entre deputados federais foi dos mais concorridos nestes últimos anos na Câmara Federal. Por um lado deputados em favor dos grandes grupos da área do agronegócio e do outro em defesa da manutenção do atual código ou pelo menos que haja defesa ampla das áreas de preservação permanentes-APPs e dos pequenos produtores rurais deste país.
Houve manifestação de vários deputados em defesa da senadora Marina Silva-PV, diante uma propulsiva manifestação do relator do novo texto em debate, deputado federal Aldo Rebelo, PCdoB), o qual teceu críticas à senadora do Partido Verde e defensora ferrenha da natureza e de toda a biodiversidade nacional, enquanto Rabelo, PCdoB, que possui ligação estreita com grandes produtores do agronegócio do país e que defende mudanças que irão prejudicar ainda mais o meio ambiente. Teve parlaemtnar mesmo de outras correntes ideológicas que até pediram para que Aldo Rabelo fizesse uma retratação e retirasse palavras que não deveriam ali serem pronunciadas em ataque à senadora Marina Silva, do Partido Verde - PV.
Agora, caso não haja a votação pela Câmara Federal, o projeto com nova redação propondo novo Código Florestal do Brasil irá ao Senado e por fim à presidenta da República Dilma Rousseff (PT). A ofensa de Rabello (PCdoB) à senadora Marina Silva, PV, não agrediu tão somente à senadora, porém, 20 milhões de eleitores que apostaram seu voto quando da elelição presidencial do ano passado, disse em plenário um dos deputados.