Lei do Abuso de Autoridade é represália do Congresso contra ao combate a corrupção no Brasil

A Lei do Abuso de Autoridade que tramita no Congresso Nacional com 38 pontos em que se busca intimidar o Ministério Público Federal (MPF), na realização dos trabalhos de julgamentos em casos de corrupção; tentando provocar uma espécie de intimidação a promotores e juízes em todo o Brasil deve ser banida e não aprovada pelo governo federal sob comando de Jair Bolsonaro (PSL).
 
 
A temeridade da máfia instalada dentro do Congresso Nacional é fazer com que se reduza intensamente os trabalhos de combate a corrupção e desta forma, manterem-se imunes às investigações de roubalheira bilionária dos cofres públicos deste país. Tentar intimidar e criar represálias aos trabalhos e andamentos de atividades do Ministério Público Federal (MPF); é algo inaceitável diante da grave situação social e financeira, além de ética  e da falta de reformas profundas com que o Brasil atravessa.
 
 
A Lei do Abuso de Autoridade é em si uma lei do abuso do Congresso Nacional, que aliás tem sido uma estrutura altamente prejudicial desde há muitas décadas para o povo brasileiro. Um Congresso Nacional recheado de corruptos e mafiosos; criminosos e que utilizam-se da imunidade parlamentar para desviar milhões dos cofres públicos; através de organizações criminosas: são conluios; conchavos, acordos estranhos aos interesses coletivos da sociedade brasileira e que provocam danos incalculáveis à Nação Brasileira.
 
 
E exemplos disto não faltam. Basta ver as centenas de investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), nestas últimas pelo menos três décadas. Recentemente o Ministério Público Federal (MPF), através de sua associação nacional enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), moção pedindo que o Supremo  Tribunal Federal (STF), rejeite a proposta da lei do Abuso de Autoridade.