STF decide se solta ou não mais de 200 mil bandidos entre bandidos; corruptos; mafiosos e traficantes
Publicado em 21/10/2019
Autoria Destaque Catarina
O Supremo Tribunal Federal (STF), está numa encruzilhada em que decide se impede a prisão de condenados em segunda instância. Caso o STF aprove que somente deverão serem presos condenados após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), - algo que seria extremamente um absurdo diante a avalanche de processos e a demora de dezenas de anos para haver um julgamento; o Brasil poderá ter em caso que esta decisão por maioria do colegiado do STF; se aprovada; levar mais de 200 mil presos à soltura imediata.
São bandos de mafiosos; corruptos; assaltantes; traficantes; estupradores; criminosos por práticas de crimes hediondos e que terão liberdade graças à maioria do Supremo Tribunal Federal (STF). Há uma nítida manifestação de vários segmentos da sociedade brasileira extremamente contrária para que o STF mande soltar condenados já presos por decisões de primeira e segunda instância da Justiça. Não há sentido algum para que se exclua o trabalho da Justiça de primeira e de segunda instâncias em que se realiza amplo trabalho jurídico em relação a tramitação dos processos em si e porquanto dos julgamentos realizados.
Toda manipulação estratégica vem sendo supostamente realizada visando com esta almejada decisão de alguns dos ministros do STF como desde Gilmar Mendes - um dos que mais concede habeas corpus para beneficiar mafiosos e corruptos; assim como Dias Toffoli ( atual presidente do STF); Lewandowski que também já concedera inúmeros habeas corpus para mafiosos e corruptos; dentre outros ministros que da mesma forma buscam juntos fazer com que seja impedido prisões de condenados após decisão em segunda instância.
As proximidades de alguns ministros com mafiosos e corruptos envolvidos em escândalos de corrupção e respondendo a processos na Justiça Federal, poderá certamente justificar tais interesses em pró- da soltura de muitos destes corruptos como no caso do ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva (PT); e do ex- presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha; além de dezenas de outros políticos já presos em operações realizadas pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal (PF). Este assunto bem que deveria ser debatido pelo XXII Congresso Internacional de Direito Constitucional promovido pelo Instituto pelo qual o ministro do STF Gilmar Mendes é sócio e cujo evento ocorre entre os dias 22 a 24 de outubro no Brasil.
Evento este que tem entre os palestrantes e convidados Dias Toffoli; o ex-ministro do STF Sepúlvedra Pertence - que é amigo do ex-presidente Lula e que chegara a ser um dos advogados de defesa de Lula assim como fora na defesa também em 2017 do mafiosos e corrupto empresário Joesley Batista e ainda também atuou na prestação de serviços de \" consultoria técnica especializada com vistas à elaboração de parecer jurídico sem haver licitação; para com A Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais para analisar o caso do então governador de Minas Gerais; o mafioso e corrupto Fernando Pimentel (PT), cujo valor de R$ 500 mil recebera por tal consultoria entre os dias 13 de junho a 13 de julho de 2016.
Aliás, em 2007 Sepúlvedra Pertence chegou a ser acusado de haver recebido propina de R$ 600 mil em troca de uma sentença quando atuava no Supremo Tribunal federal (STF). Os diálogos sobre este episódio chegaram ser gravados pela Polícia Federal (PF), envolvendo um advogado e seu cliente. Na época, ao site Terra Sepúlvedra Pertence negou o esquema.
Casos como destes de consultorias aqui e acolá e tudo sendo bem remunerado e envolvendo muitos suspeitos de corrupção neste país e que deixa muitas suspeições para com esta resistência à prisões de mafiosos e corruptos que atuam no Brasil. Há uma espécie de indústria jurídica no país envolvendo centenas de bilhões de reais e que move decisões nada condizentes para com o bem de uma Nação que atravessa pior crise social, econômica; ética; política e jurídica da história.
Foto: Exame