Bolívia; Chile e Venezuela enfrentam manifestações populares. Situação social; econômica e política é crítica nestes países
Bolívia com queda do ditador Evo Morales e com a senadora Jeanine Añez autoproclamada presidente deste país; no Chile o presidente Sebastian Piñera pede um plebiscito para 2020 haver nova Constituição e na Venezuela; o ditador Nicolás Maduro resiste a crise social; econômica e política. Ambos países a situação social; econômica e política é gravíssima. Desemprego elevado; inflação altíssima; corrupção; são alguns dos causadores desta crise nestes três países latinos. Mas, a situação é grave também em outros países como no Peru; Argentina; Paraguai; Equador; Colômbia e o Brasil que possui a maior das operações de combate a corrupção do mundo.
Ou seja, a Lava Jato e que está mesmo diante resistências políticas; do Supremo Tribunal federal (STF) e do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), além do próprio Congresso Nacional onde cerca de 60% respondem a algum tipo de processo na Justiça Federal. As constantes manifestações populares especialmente no Chile onde 23 pessoas já morreram e outras mais de 250 tiveram ferimentos á bala nos olhos, dentre outras centenas de pessoas feridas diante dos protestos em praças públicas de Santiago e de outras cidades do interior do Chile. Na Venezuela, a repressão militar também ocorre para conter as manifestações populares diante da crise profunda que a Venezuela vem enfrentando há anos sob regime ditatorial de Maduro.
Na Bolívia, com a queda do poder de Evo Morales que pediu asilo no México há cerca de um semana atrás, a senadora Jeanine Añez se autoproclamou presidente daquele país. Jeanine enfrenta resistências populares e as manifestações são constantes especialmente em La Paz; Cochabamba e El Alto. O desabastecimento de alimentos e combustíveis agravam-se na Bolívia e na Venezuela onde neste país mais de 2 milhões de pessoas já deixaram a Venezuela em desespero à busca de melhores condições de vida.
Foto: BBC News