Funeral do general Qassem Soleimani arrasta multidão no Irã

O funeral do general do Irã Qassem Soleimani e do militar iraquiano Abu Mehid Al - Mouhandis, durante segunda-feira (6), em Ahvaz (Irã); arrastou milhares de pessoas, assim como na capital Teerã e também por todo este país. Soleimani e Abu Mehid foram assassinados na sexta-feira (03), nos arredores de Bagdá ( Iraque ), durante um ataque através de um míssel disparado por um drone dos Estados Unidos sob determinação do presidente americano Donald Trump.

 

A morte do general Soleimani provocou uma onda de fortes ameaças aos estados Unidos por parte do Irã e também retaliações de países aliados do Irã contra os Estados Unidos. O general Qassem Soleimani era o principal líder que comandava as forças da principal unidade e elite da Guarda Revolucionária do Exército ideológico da República Islâmica. A morte de Qassem Soleimani fez com que ocorresse após cerca de 600 anos o hasteamento da bandeira vermelha - símbolo do Irã em questões de atraques graves a um líder deste país do Oriente Médio.

 

Qassem Soleimani estava em visita a Bagdá na sexta-feira (03), quando ocorreu o ataque explosivo sob o veículo pelo qual estavam Soleimani e Abu Mehid. A filha de Qassem Soleimani, Zeinab numa das entrevistas na tevê iraniana disse que os Estados Unidos \" terão dias escuros \" diante deste ataque que vitimou seu pai e o militar iraquiano Abu Mehid. O risco de um grande conflito armado no Oriente Médio envolvendo os Estados Unidos e o Irã é eminente.

 

Trump já determinou envio de mais de 9 mil militares à região do Oriente Médio desde este ataque a Soleimani. Os Estados Unidos possui nesta região do Oriente Médio cerca de 100 mil soldados. Vários outros países fazem diálogos para que tanto o Irã quanto os Estados Unidos evitem uma guerra, a qual será altamente letal para milhões de pessoas. O Irã pode contar com bombas atômicas assim como também os Estados Unidos e aí seria se utilizados estes recursos bélicos, uma catástrofe sem precedentes na história mundial.