Queda do avião no Irã agrava mais a situação da Boeing e das relações entre EUA e Irã
A queda do avião 737-800 da Ukraine International Airlines no Irã provocando a morte de 176 pessoas, ampliou ainda mais a crise da Boeing e amplia o agravamento também das relações entre EUA e Irã.
A Boeing corre o risco agora de ver pioradas as já conturbadas relações com a Administração Federal da Aviação (AFP), sigla em inglês e que poderá levar à investigações do processo de certificação do avião 737 MAX que teve registros de desastres graves sendo um em 2018 na Indonésia e outro em 2019 na Etiópia deixando um total de 346 mortos. Com a queda do avião da Ukraine International Airlines em Teerã ( Irã ), dia 07 de janeiro deste ano, provocando a morte de 176 pessoas; o agravamento da Boeing torna-se ainda mais profundo, sendo a pior fase da história da empresa de corporação multinacional de aviação norte americana fundada por Willian Boeing.
E a crise entre os Estados Unidos e Irã vai além do conflito após o assassinato do líder iraniano Qassem Soleimani em que o presidente dos Estados Unidos Donald Trump determinou a execução através de disparo de míssil sobre uma comitiva militar em que estavam presentes além de Qassem Soleimani, outros líderes iranianos e do Iraque. O ataque por míssil ocorreu no dia 03 de janeiro deste ano nas proximidades de Bagdá ( Iraque ).
Autoridades do Irã destacam que pode ter sido um míssil americano que tenha atingido o avião Boeing 737-800 da Ukraine Internatgional Airlines enquanto autoridades americanas dizem ao contrário, que pode ter sido um acidente provocado por engano pelo próprio Irã ao derrubar o Boeing 737-800 com 176 pessoas a bordo.