Presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM/RJ) e vereador Cesar Maia (DEM/RJ), na mira da PGR. PF e MPF detectaram corrupção; lavagem de dinheiro e falsidade ideológica
Seria uma espécie de conluio a demora da Procuradoria Geral da República (PGR), em avançar nos trabalhos pós investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), que denunciaram o presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia e o pai dele o vereador do Rio de Janeiro Cesar Maia , ambos do DEM, por prática de corrupção passiva; lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
Investigações da Lava jato apontaram que tanto Rodrigo Maia quanto Cesar Maia, ambos do DEM/RJ, receberam propinas de empreiteiras como da Odebrecht e da OAS. As investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal apontaram que o departamento de propinas da Odebrecht repassou em 2010 R$ 600 mil para a campanha de Cesar Maia (DEM/RJ), em forma de caixa dois. Em 2008 Cesar maia, segundo apontou estas investigações da PF e do MPF também recebeu R$ 350 mil de forma ilícita da Odebrecht.
É preciso acabar com a imunidade parlamentar para por muitos mafiosos e corruptos na prisão
E as investigações contra o presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM) e César Maia (DEM), foram mais além por parte da PF e do MPF que detectaram que a empreiteira OAS repassou em 2013 e 2014R$ 1 milhão e reais para ambos a fim de aprovar outra Medida Provisória MP 652 que fixava novas regras para beneficiar a aviação regional e que atenderia aos interesses de empreiteiras como da OAS, principalmente. Portanto, a PGR através de seu procurador Geral da República Augusto Aras, quer avançar o mais breve possível nesta questão de oferecer ou não a denúncia contra estes corruptos investigados pela PF e MPF.
Delações à Lava jato comprovam em depoimentos além de farta documentação a prática dos atos ilícitos contra Rodrigo e Cesar Maia. O que até agora mantêm não somente estes dois corruptos livres por enquanto de pararem na prisão é o fato de terem imunidade parlamentar. Acabar com a imunidade parlamentar é algo que deve ser aprovado pela classe política deste país e o mais rápido possível para o benefício de toda esta Nação. Em 2017 o Senado Federal pois fim ao foro privilegiado, mas não o fim da imunidade parlamentar. Ou seja, fecharam o galinheiro mas continuam com a chave nas mãos.