Polícia Federal e MPF deverão investigar o toma lá dá cá do chefe da SECOM do governo Bolsonaro. Bilhões em jogo na área de comunicações

É o chamado toma lá dá cá. Assim o chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo de Jair Bolsonaro; Fábio Wanjngarten, conseguiu escancarar de forma explícita a maneira com que a empresa em que ele é sócio com um de seus irmãos; para arrancar centenas de milhões através de contratos com o próprio governo federal; estatais e até de grandes empresas de comunicações como a que ocorreu recentemente, assim que assumiu o cargo da SECOM no governo Bolsonaro, onde sua empresa obteve uma ampliada fatia financeira de aditivo junto a Igreja Universal do pastor Edir Macedo que é dono da Record TV - cuja rede de comunicações recebe dezenas de milhões do governo federal através de anúncios de publicidade oficial federal.

 

O toma lá dá cá ficou escancarado. Isto mostra que muitos agentes públicos dentro do governo de Jair Bolsonaro assim como alguns ministros são tóxicos para o próprio governo federal - o que prejudica a população brasileira vendo o derrame de dinheiro público de forma manipulada, escancarada e que compromete a ética e os princípios de prioridades de ações do governo de Jair Bolsonaro. Lamentável, que sai governo, entra novo governo e as práticas de ilicitudes continuam e podendo, inclusive serem piores do que governos anteriores onde a máfia, e organizações criminosas, bando de corruptos acabam arrancando bilhões dos cofres públicos - tudo de maneira que busca ser de forma lícita, porém, por detrás destas ações, há interesses maiores e de pequenos grupos mafiosos. Edir Macedo, por exemplo, já foi denunciado em outras ações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

 

Corrupção; lavagem de dinheiro alguns dos principais crimes deste pastor bem aventurado com a grana dos fiéis - maioria deles são pessoas pobres, miseráveis que na busca de dias melhores acabam repassando as poucas migalhas que possuem para a rede milagrosa religiosa sob comando de Edir Macedo. O conluio, portanto, está bem explícito e basta a PF e o MPF dar um passo a mais nas investigações e poderão ver provavelmente um âmbito ainda mais crítico destas manipulações com dinheiro público - dinheiro do povo brasileiro.