\" Gripezinha \" dita por Bolsonaro ao Covid-19 leva Brasil a beira do colapso. Faltam leitos de UTIs, respiradores, máscaras e número de vítimas aumentam rápido no país

A \" Gripezinha \" dita pelo presidente do Brasil Jair Bolsonaro ( sem partido ) ao coronavírus Covid- 19, mostra que o Brasil está à beira do colapso na rede pública de Saúde e desespero de muitos governadores e até de prefeitos demonstram a imensa preocupação diante da falta de leitos de Terapias Intensivas e de respiradores, além de máscaras e demais equipamentos de EPIs ( equipamentos de Proteção Individuais ). E mais ainda: a \" gripezinha \" relatada por Bolsonaro, referindo-se ao Covid - 19, já matou no Brasil até terça-feira (14), mais de 2.000 pessoas e infectou até agora mais de 51.000 mil pessoas; sendo que outras mais de 45.000 pessoas estao com suspeitas do novo coronavírus em todo o território brasileiro e aguardam resultados de testes.
Covid- 19 não é uma \" gripezinha \" dita por Jair Bolsonaro. É mais do que isto: é grave doença

 

A \" gripezinha \" com que Bolsonaro refere-se ao Covid- 19, não é uma \" gripezinha \" - é mais do que uma gripe comum, ou seja, uma doença que vem provocando mais de 2.000.000 milhões de pessoas infectadas em mais de 190 países e que já matou desde janeiro até início deste mês de abril mais de 125.000 mil pessoas. Em São Paulo, o estado possui mais de 11.000 infectados e onde somente nas últimas 24 horas morreram 87 pessoas pelo coronavírus Covid- 19 e onde registrou-se também 695 confirmações positivas do coronavírus Covid-19. O governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel, testou positivo ao coronavírus Coid-19. Rio de Janeiro é outro estado da federação onde a pandemia do coronavírus Covid-19 preocupa devido ao avanço também rápido da doença e onde a estrutura da rede de saúde pública é precária devido à história prejudicada falta de atenção por parte dos governantes do Rio de Janeiro.

 

Ministro da Saúde Mandetta vê Covid-19 com visão da ciência e Bolsonaro vê \" gripezinha \"

O ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta ( DEM ); vem tendo o cargo sendo ameaçado constantemente pelo próprio presidente da República Jair Bolsonaro, que se contrapõe à análise científica relacionada com a pandemia do novo coronavírus Covid- 19, enquanto o ministro da Saúde Mandetta, tem reiterado que o caminho melhor para evitar maior número de mortes e, portanto, de pessoas infectadas pela Covid- 19 é manter o isolamento social e distanciamento social como vem sendo realizado na maioria dos países mais atingidos pela pandemia do coronavírus Covid- 19. É o caso da Itália, Espanha; Reino Unido; Alemanha; Espanha; Estados Unidos; África; Bélgica; Japão e muitas dezenas de outros países como da Argentina e Portugal, por exemplo. Na contra mão da história de saúde pública quando deveria o presidente do Brasil preocupar-se com a estrutura melhor da rede de saúde pública no país que encontra-se aos frangalhos sem maior número de leitos especialmente de Terapias Intensivas ( UTIs), como ainda da falta de Equipamentos de Proteção Individuais - EPIs, além da falta de respiradores para salvar milhares de vidas; ao contrário; estimula com que a população vá às ruas e se exponha aos eminentes e grandes riscos de contágios pelo coronavírus Covid- 19.

 

Mandetta até pode sair do cargo de ministro, mas que vai deixar um legado de dedicação ao povo brasileiro isto vai mesmo diante deste grande desafio de enfrentar a pandemia do coronavírus Covid-19 num país altamente prejudicado pelos governantes anteriores que deterioraram a Nação em todos os seus aspecto e que ainda permeiam no meio político e administrativo muitos dos mafiosos e corruptos que juntos em alianças políticas ainda permanecem provocando danos ao país diante da falta de decisões promissoras e urgentes que o povo deste país mais precisa: saúde, segurança pública e emprego e renda. E o presidente da República Jair Bolsonaro, mesmo substituindo Mandetta por outra pessoa, deixará o Brasil na mesmice e podendo prejudicar ainda mais o que já está a beira do caos, ou seja, o controle desta pandemia do noo coronavírus Covid- 19 no Brasil e cuja doença afeta na atualidade mais de 2.000.000 milhões de pessoas em todo o mundo. O grave problema além dos contágios pelo coronavírus Coid- 19 no Brasil; não encontra-se na questão de postura política, mas sim na postura decisiva do presidente da República Jair Bolsonaro, querer manutenção de poder e esta manutenção de poder perpassa pelo interesse econômico de apoiadores financeiros de campanha política eleitoral como historicamente se tem praticado no Brasil. E este apoio econômico a própria Operação Lava Jato e a do Mensalão; ambas provaram como atuam mecanismos de interesses econômicos no Brasil e que novamente nesta gestão de Jair Bolsonaro, o ensaio vem sendo claro de apoiadores de setores econômicos que escancaram este apoio de que haja uma não quarentena e tão pouco um isolamento horizontal, e sim, haja a verticalização priorizando apenas grupos de riscos - idosos e pessoas outras que eventualmente possuam alguma comorbidade e , portanto, a questão econômica perpassa interesses de defesa de saúde pública. Ou seja, a prioridade é questões financeiras.

 

Para Jair Bolsonaro, morrer 10 mil ou 500 mil pessoas no Brasil parece não haver diferença

Para o governo de Bolsonaro não importa se vão morrer 10 mil ou 500 mil pessoas no Brasil diante desta pandemia. O que se tem observado sim até agora deste governo Bolsonaro o mais importante é que pessoas vão ás ruas, mesmo sem as mínimas condições de proteção ao contágio pelo coronavírus Covid- 19 como se tem observado diariamente pela Imprensa brasileira e até internacional em que mostram cenas e imagens de pessoas aglomeradas em praças públicas; comércio; ônibus; trens e assim por diante - o que vai ao desencontro das principais recomendações como da Organização Mundial de Saúde - OMS de que a quarentena é e será por tempo muito longe como se preconiza estes organismos internacionais ligados à infectologia e bacteriologia e outras doenças prejudiciais às populações mundial. O mau exemplo do presidente do Brasil Jair Bolsonaro que ao invés de sair às ruas utilizando máscara e evitando aglomerações de pessoas, pelo contrário, motiva concentrações e ainda cumprimenta´ pegando com as mãos muitas destas pessoas, pois para ele a Covid- 19, é apenas uma \" gripezinha \" - mesma \" gripezinha \" que levou mais de 23 pessoas de sua comitiva aos Estados Unidos a terem testes positivos ao coronavírus Covid- 19 e que nenhum destes infectados após fez se quer alguma declaração sobre o que sentira de efeitos quando da aquisição desta doença chamada por Bolsonaro de \" gripezinha \". Aliás, sim, um empresário do Rio Grande do Sul que esteve nesta comitiva fez sim declaração pública ao sair do hospital em Porto Alegre (RS), onde permanecera dias internado e que mencionara o que de fato passou quando esteve, inclusive, internado numa UTI ; \" Cheguei a despedir-me de minha família \", disse. Então, a \" gripezinha \" dita por Bolsonaro realmente é muito mais grave do que o mundo vem sofrendo diante desta pandemia da Covid- 19.