Dubiedade - Governo de SC literalmente jogando a toalha diante da Covid-19. Prefeitos em desespero ao enfrentamento da pandemia. Governo federal fraquejado
Brasil numa triste e real tragédia diante da pandemia da Covid-19. O Governo Federal fraquejado e atrasado em tudo no que diz respeito ao enfrentamento desta pandemia da Covid-19. Estados onde governadores vão afrouxando o isolamento social sob pressão de setores econômicos- obviamente são muitos daqueles que na véspera das eleições vão liberar dinheiro e muita grana para certamente muitos políticos e em especial ao atual governador Carlos Moisés (PSL). E os prefeitos em todo o país mostram-se extremamente preocupados na medida que vão sendo registrados casos de vítimas pela Covid-19. E nos maiores municípios especialmente nas Capitais do país onde o colapso já está ocorrendo nas unidades hospitalares. Não há mais leitos de UTIs em muitas das capitais: Manaus (AM); Belém (PA); Rio Branco (AC); Fortaleza (CE); Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP); Recife (PE); João Pessoa (PB); Campo Grande (MT), esta chegando perto da sua capacidade de lotação em leitos de UTIs; Salvador (BA), igualmente próximo da lotação nas UTIs; enfim; na maioria das capitais do Brasil, a situação é dramática a cada dia que passa.
Sem estruturas adequadas na medida que a Covid-19 avança pelo interior do país; a situação agrava-se
O Brasil chegou segundo o Ministério da Saúde a mais de 44.000 pessoas infectadas e perto de 3.000 mortes ( isto que são números não completos face aos milhares de exames sendo esperados resultados para se confirmar ou não quantos casos de pacientes foram positivados ao Covid-19 em todo o país. Nem se sabe também ao certo o número de mortos pela Covid-19 no Brasil - uma vez que há centenas de corpos em todo o país em Câmaras de refrigeração à espera do resultado dos exames de material recolhido para esta finalidade. Na medida que o vírus da Covid- 19 avança atingindo municípios interioranos do Brasil, a realidade dramática vai ficando exposta diante da falta de condições estruturais melhores e capacitadas para dar atenção aos pacientes que precisem no caso mais grave de um leito de UTIs. Os hospitais espalhados pela rede pública brasileira ficam instalados em polos regionais e maioria deles não possuem número suficientes para atender esta demanda de pacientes infectados pelo coronavírus Covid-19. É aí exatamente onde reside o estrangulamento deste trabalho.
Pacientes chegam aos hospitais precisando de um leito de UTI e não havendo leitos suficientes, fazendo com que muitos pacientes tenha que serem relocados para outras cidades onde também estão diante desta proximidade do pico da Covid-19. Enquanto governantes afrouxam o isolamento social, propiciando maiores riscos de contágios de milhões de pessoas, ao contrário, a orientação da Organização Mundial de Saúde - OMS e de várias outras instituições de Saúde, sejam elas nacionais ou internacionais recomendam para que a população faça este esforço mesmo difícil neste momento para permanecerem em casa a fim de evitar o colapso do atendimento nos hospitais e reduzir o número de casos, pois ao contrário; um maior número de vítimas estará correndo o risco de estar na lista de pessoas infectadas pela Covid-19 e outras milhares na listagem de óbitos pela Covid-19.
Em Santa Catarina, literalmente o governador Carlos Moisés (PSL), jogou a tolha da realização de um trabalho mais contundente e seguro para garantir que haja um maior número de vítimas da Covid-19. Não adianta afrouxar o isolamento social, a quarentena e dizer para que as pessoas fiquem em casa. Uma contradição inequívoca, irresponsável e somente as próximas semanas poderão mostrar resultados desta dubiedade do governador Carlos Moisés (PSL).