Brasil chega a beira do abismo diante da Caovid-19. Desafio é escapar do avanço da tragédia. Sem isolamento social, Brasil vai para desfiladeiro

Brasil rumando rápido ao desfiladeiro diante da pandemia da Covid-19. Sem isolamento social, a população brasileira está cada instante mais próximo do contágio pelo coronavírus Covid-19. O desfiladeiro está bem a vista e o número de mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas somando mais de 407 óbitos pela doença; já mais do que comprova que a rapidez desta escalada de contágios pela Covid-19 no Brasil está em ritmo muito maior do que em qualquer outro país como da Itália, Espanha e perto de semelhar-se ao que ocorre nos Estados Unidos onde num dia foram mais de 4.000 mil mortes e que diante de maior rigor ao isolamento social, a redução do número de mortes pela Covid-19 nos EUA começou diminuir ainda que vagarosamente. São Paulo teve na quinta-feira (23), registro de 211 mortes nas últimas 24 horas sendo mais de .1.400 óbitos.

 

O Brasil possui segundo o Ministério da Saúde mais de 49.500 casos da Covid-19 e mais de 3.400 pessoas já morreram devido ao coronavírus Covid-19. E esta escalada do avanço da Covid-19 no Brasil vai atingindo segundo dados as pessoas que vivem em comunidades mais carentes e periféricas das grandes cidades como em Manaus; Fortaleza; Boa Vista; Belém; Rio de Janeiro e São Paulo; Belo Horizonte; Recife e muitas outras capitais, além de centenas de municípios por todo este país.

 

Covid-19 não escolhe ninguém, simplesmente chega e atinge todas as camadas sociais

Mas, a Covid-19 não escolhe classe social, nem raça nem cor e tão pouco se é jovem ou idoso, apesar de que estatísticas apontam que os mais afetados pela Covid-19, estão os idosos e também jovens com idade entre 30 a 49 anos. E pessoas com alguma morbidade correm maiores riscos diante da Covid-19, mesmo que a doença atinja também pessoas plenamente saudáveis sem nenhuma antecedência de terem sofrido algum problema de saúde. Mas, são as populações que vivem em áreas periféricas das cidades que mais sofrem o contágio da Covid-19, seja pela falta de estrutura de Saúde Pública; seja pelas condições de maiores dificuldades ao alcances de aquisições de produtos de proteção ao Covid-19 e também por haver maior concentração de pessoas expostas aos riscos maiores de contágio pela Covid-19.

 

Brasil diante do maior desafio na área da Saúde - o de evitar uma catástrofe

Desafio para o Brasil é de como enfrentnar esta pandemia em que a situação na maioria dos hospitais brasileiro onde faltam desde leitos de enfermaria; leitos de UTIs; respiradores; máscaras; luvas; aventais; óculos especiais para utilização ao atendimento aos pacientes portadores da Covid-19; dentre outros como até equipes de enfermagem e na área médica especializada ao tratamento de doenças infecto contagiosas. A Rede Pública de Saúde e grande parte da rede privada de Saúde no Brasil está fragilizada diante do elevado número de pessoas portadoras da Covid-19 e que estão chegando aos hospitais em todo o país na busca de atendimento à saúde.

 

Evitar uma maior catástrofe já iniciando com sinais de que esta pandemia do coronavírus Covid-19, deverá infelizmente deixar o Brasil numa situação nunca vista em nenhum outro país do mundo em termos de uma pandemia. Toda a roubalheira de centenas de bilhões dos cofres públicos, agora demonstra o quão faz se necessário nesta fase crítica da Covid-19. O governo federal sob comando de Jair Bolsonaro sequer possui dinheiro para repassar a segunda etapa dos R$ 600 reais para dezenas de milhões de pessoas - onde a maioria está desempregado e chegando ao limite de passar fome. Mas, Câmara e Senado Federal sequer abrem mão dos mais de R$ 2,8 bilhões do Fundo Eleitoral e tão pouco o STF - Supremo Tribunal Federal vai atrás dos bilhões que a máfia e centenas de corruptos limparam dos cofres públicos o país.