BRF e JBS registram casos de coronavírus em unidades frigoríficas destas empresas em Santa Catarina
A unidade da indústria frigorífica da BRF em Concórdia (SC), registrou na segunda-feira (25), 340 funcionários e terceirizados testados positivos pelo novo coronavírus Covid-19. Também a unidade da JBS em Ipumirim (SC), teve 86 casos registrados positivos para a Covid-19. Fiscais do Trabalho chegaram a interditar esta unidade da JBS de Ipumirim. A unidade da BRF em Concórdia manteve suas atividades e fez um acordo com o Ministério do Trabalho, que investiga a situação de 61 frigoríficos espalhados pelo país.
A situação é preocupante em se tratando deste perigoso vírus a Covid-19 que vem se alastrando em contágios pelo mundo onde são mais de 5.000.000 milhões de pessoas; sendo que mais de 390.000 pessoas já morreram devido à doença. No Brasil registrados mais de 24.000 mil mortes pela Covid- 19. São quase 500.000 mil pessoas testadas positivos sendo que mais de 3.000.000 milhões no Brasil podem esta com a Covid-19 e se incluem nos casos subnotificados, já que não existem testes da Covid-19 para toda a população.
Em Santa Catarina a cada dia que passa agrava-se a situação desta pandemia. Itajaí (SC), já não possui mais leitos de UTIs disponíveis. Faltam respiradores pulmonares em muitas das unidades hospitalares catarinense. O governo do estado de Santa Catarina fez contrato de aquisição com a empresa Weg, de Joinville (SC), para alcance de 500 respiradores pulmonares ao custo de R$ 30 milhões; onde 100 deles deverão ser entregues até final de maio e o restante - outros 400 até fim de junho próximo.
Enquanto isto, as investigações da mega operação da Polícia Civil; DEIC; Ministério Público; Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina e a CPI na Alesc apuram o vergonhoso caso do pagamento adiantado por parte do governo de Carlos Moisés (PSL), na aquisição de 200 respiradores da empresa do Rio de Janeiro, Veigamed e onde apenas 50 destes aparelhos fora dos padrões de contrato de aquisição chegaram à Florianópolis (SC) onde estão retidos mediante decisão da Justiça até que se apure a responsabilidade desta aquisição governamental catarinense.