PF faz operação no Rio de Janeiro e governador Witzel (PSC) e a esposa são alvos das investigações. Suspeita de desvios milionários na Saúde
A Polícia Federal (PF), cumpriu na manhã de terça-feira (26), 12 mandados de buscas e apreensões - u deles no Palácio das Laranjeiras-, residência oficial do governador Wilson Witzel (PSC). Witzel e sua mulher Helena, são alvos de mandados de busca e apreensão autorizados pelo ministro Benedito Gonçalves, do STJ. Outra ação da PF na semana passada levou á prisão várias outras pessoas incluindo o empresário Mário Peixoto, que possui contratos milionários com o governo do Rio de Janeiro, incluindo um de R$ 129 milhões com a gestão de Witzel.
Por volta das 8h42 minuto da manhã de terça-feira (26), agentes da PF saíram do Palácio Laranjeiras com um malote com documentos. Uma casa na região do Grajaú onde o governador do Rio de Janeiro morava antes de ser eleito, também foi alvo desta operação da PF denominada \" Operação Placebo \" a PF foi também ao escritório de advocacia de Wilson Witzel (PSC),, que é ex-juiz federal.
O escândalo de corrupção e desvio de recursos milionários na Saúde do Rio de Janeiro. A prisão do ex- sub -secretário de Estado da Saúde Gabriel Neves; e depoimentos à Polícia e ao Ministério Público Federal; fez com que se ampliasse esta operação até chegar aos outros envolvidos neste esquema de corrupção. Gabriel Neves foi preso no dia 7 de maio. Os contratos junto ao governo do Rio de Janeiro na área da Saúde ultrapassam um total de mais de R$ 1 bilhão entre vários equipamentos como respiradores pulmonares; máscaras e testes rápidos de Covid-19 neste enfrentamento da pandemia da Covid-19.
Dos 7 hospitais de campanha em que sequer tinha no contrato data de prazo final desta entrega, apenas um deles foi concluído e em atendimento sendo parcial neste enfrentamento à pandemia da Covid-19. À Imprensa Wilson Witzel nega irregularidades. Há suspeitas de que uma organização criminosa atua e com ramificações desde gestões anteriores no governo estadual do Rio de Janeiro, incluindo principalmente na gestão também do ex-governador preso pela PF Sérgio Cabral (MDB).