Jogo de empurra - empurra : STJ adia denúncia contra próximo presidente do TRE-MG e STF prorroga por 30 dias inquérito contra Bolsonaro
Já não bastasse a vergonhosa lentidão de julgamentos de principais processos contra mafiosos e corruptos no Brasil; que saquearam e muitos deles continuam saqueando os cofres públicos do Brasil; surge agora a decisão por parte do STJ - Supremo Tribunal de Justiça em adiar a denúncia contra o desembargador de Minas Gerais investigado pela PF e pelo MPF. Também o Supremo Tribunal Federal (STF), prorroga prazo de mais 30 dias no caso contra o presidente da República Jair Bolsonaro relacionado à interferência na Polícia Federal (PF) . Lentidões que vão travando o país. São vários dos maiores escândalos de corrupção no Brasil desde os mais recentes como da Zelotes; Mensalão; Lava jato; Casos dos Fundos de Pensões, dentre outros de desvios bilionários dos cofres públicos paralisados, ou engavetados de forma propositada e ou diante ações maquiavélicas tanto por parte do Supremo Tribunal Federal (STF); quanto do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e até da própria Procuradoria-Geral da República (PGR).
Isto tudo dá uma demonstração de morosidade ao adiar casos de denúncias, especialmente contra figuras de expressão política- administrativa deste país. ´O caso também contra o próximo presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Minas Gerais (TRE-MG); Alexandre Victor de Carvalho, que deverá assumir o cargo no próximo dia 18 como presidente do TRE-MG. O desembargador Alexandre Victor de Carvalho é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF), por crimes de corrupção ativa; passiva e peculato. Alexandre Victor de Carvalho é investigado pela Polícia Federal (PF), ao tentar obter vantagens e conseguir cargos públicos para familiares, o que é considerado nepotismo. Alexandre Victor de Carvalho teve diálogo gravados pela PF com o então Procurador Geral da Câmara de Belo Horizonte (MG), Augusto Mário Menezes em que solicitava cargos à esposa e ao filho que são advogados.
O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), investigaram ainda o desembargador Nelson Missias, que preside o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. Missias é suspeito de tráfico de influência e exploração de prestígio em benefício de advogados e políticos em Minas Gerais. Fatos divulgados pela TV Globo em 2015 e que a Justiça Federal considera crimes de corrupção ativa; passiva e peculato além de nepotismo. Diálogos destas investigações realizadas pela Polícia Federal (PF), envolvendo Missias em que negocia troca de favores com o então presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para que o mesmo apoie seu nome para assumir uma cadeira de ministro do STJ em troca Missias afirma conseguir votos para que um advogado indicado por Vinício Kalid Antônio assuma uma vaga como desembargador do TJMG através do quinto constitucional.