Máfia dos Respiradores rumando à prisão. MPF; CGU e PF deflagraram mais uma operação. Governador do Pará é alvo desta operação
Máfia no Brasil que atua no esquema criminoso de fraudes dos respiradores pulmonares diante desta grave pandemia da Covid-19, continua sendo alvo das investigações e prisões por parte do Ministério Público Federal (MPF); Polícia Federal (PF) e da Controladoria Geral da União (CGU). A operação Para Bellum deflagrada na manhã de quarta-feira (10), levou a Polícia Federal (PF), realizar buscas e apreensões inclusive na casa do governador do Pará Helder Barbalho (MDB). Cerca de 130 policiais federais estão atuando nesta ação da Para Bellum em vários estado como Rio de Janeiro; Santa Catarina; São Paulo; Minas Gerais; Espírito Santo e Distrito Federal.
Os \" amigos \", segundo apurou a PF em ligações telefônicas entre alguns mafiosos e corruptos como do governador do Pará, do Secretário de Estado de Saúde do Pará Alberto Beltrão e de um empresário ligado ao esquema criminoso tratando por telefone como sendo \"amigo\" do governador Helder Barbalho nas tratativas sobre os esquema dos respiradores pulmonares. Somente no Pará oram um total apurado de R$ 50,4 milhões com pagamento antecipado ao fornecedor que apresentou alguns dos aparelhos respiradores pulmonares diferentes ao contratado e sequer serviam para o atendimento em UTIs ao tratamento de pacientes portadores da Covid-19.
Caso semelhante ao ocorrido também no Rio de Janeiro onde 97 respiradores sem que as especificações técnicas pudessem atender ao atendimento à pacientes da Covid-19. Foram adquiridos pelo governo de Wilson Witzel (PSC), do Rio de Janeiro; vários destes equipamentos ao custo superior de R$ 12 milhões e que foram pagos antecipadamente. Exemplo semelhante ao ocorrido também em Santa Catarina onde o governo de Carlos Moisés (PSL), pagou antecipadamente pelos 200 respiradores fajutos que a empresa Veigamed, do Rio de Janeiro, ofereceu ao governo catarinense ao valor total de R$ 33 milhões e que sequer chegaram estes aparelhos à Santa Catarina e, cujos equipamentos superfaturados como apuraram as investigações.
Brasil - Quadrilhas de mafiosos, corruptos que estão prejudicando a Saúde diante da Covid-19 indo parar na prisão
Organizações criminosas que estão atuando em quase todo o Brasil em relação a respiradores pulmonares e até de equipamentos de Proteção Individuais -EPIs fraudulentos e superfaturados; aos poucos a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF), estão levando-os à prisão.
O presidente da República Jair Bolsonaro, destacou que é preciso intensificar o combate à corrupção em todo o país e que a Polícia Federal (PF), e o Ministério Público Federal (MPF), estão cumprindo com rigor este combate contra desvios dos recursos públicos no país. E as investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF); além das equipes da GAECO estão intensificando em todo o Brasil operações para o combate as quadrilhas, organizações criminosas que estão se aproveitando criminosamente desta pandemia da Covid-19, onde milhares de pessoas estão morrendo infectadas pelo novo coronavírus Covid-19 e onde muitos hospitais em todo o país, precisam urgentemente de mais equipamentos adequados para o atendimento à milhares de pacientes vítimas desta doença. Repudiável, inaceitável e que estes crimes de desvios de recursos públicos no Brasil; deveria ser concito em lei como sendo crime hediondo e levar os corruptos, ladrões do dinheiro público à pena máxima no país.
São quase que diários ocorrências de pessoas portadoras da Covid- 19 morrendo por falta de um atendimento urgente, sendo que muitos destes pacientes vítimas da Covid-19, ficam á espera dor vários dias e até semanas por uma vaga de leito de UTI. Isto é inaceitável. São vidas sendo ceifadas enquanto criminosos atuam roubando, desviando milhões dos cores públicos no país. Chega de safadeza, chega de roubalheira do dinheiro público e chega de pessoas terem que pagar com vida por estes absurdos praticados por organizações criminosas como se tem visto no Brasil diante desta pandemia da Covid-19.