Operação Falso Negativo : PF cumpre 81 mandados de busca e apreensão contra máfia na venda superfaturada dos testes rápidos da Covid-19

A Polícia Federal (PF), cumpriu na manhã de quinta-feira (02), 81 mandados de busca e apreensão contra quadrilhas e organizações criminosas, mafiosos enfim, atuavam em contratos milionários na área da Saúde relacionado à comercialização de testes rápidos da Covid-19. Foram mais de 600 agentes da Polícia Federal (PF) e da GAECO em vários estados desde Santa Catarina; Espírito Santo; Rio de Janeiro; Distrito Federal; Bahia; Paraná e São Paulo onde vários crimes desde superfaturamento; formação de organização criminosa; formação de quadrilha; desvios de recursos públicos, prática de corrupção; dentre outros crimes investigados pela Polícia Federal e que levou o Ministério Público Federal (MPF), determinar esta ação contra os criminosos envolvidos nestas investigações.

 

Somente em desvios foram apurados pelas investigações lucros indevidos e obtidos de forma criminosa acima de R$ 30 milhões em contratos relacionados aos testes rápidos de Covid-19 e de outros materiais de combate à pandemia do novo coronavírus Covid-19 no país. Em Santa Catarina, a equipe da GAECO cumpriu mandados de buscas e apreensões em Joinville; Balneário Camboriú; Navegantes e Ilhota. Também em Santa Catarina e desta vez em uma outra operação policial foram realizadas buscas e apreensões em várias cidades e relacionadas ao roubo e receptação de cargas, sendo cumpridos 52 mandados de buscas e apreensões em 14 cidades catarinenses.

 

Combate ao crime organizado em Santa Catarina continua assim como no restante do Brasil

O combate à corrupção no Brasil está gradualmente avançando e deverá levar ainda muitos corruptos e mafiosos à prisão diante novas e breve futuras operações da Polícia Federal (PF), sob determinação do Ministério Público Federal (MPF). Em Santa Catarina, por exemplo, ainda não encerrou o trabalho de apuração completa das investigações sobre ao pagamento de R$ 33 milhões aos 200 respiradores pulmonares - que sequer foram entregues ao governo de Santa Catarina e cuja operação da GAECO e do MPSC já levou várias pessoas à prisão; e tendo ainda outro caso a ser apurado diante após a entrega do relatório da CPI da Ponte Hercílio Luz e que uma CPI na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc, já consolidou e foi entregue recentemente ao Ministério Público do Estado de Santa Catarina dar prosseguimentos que o caso requer diante as graves irregularidades apontadas nas obras de restauração da Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis. Obra esta que suspeita-se ter destinada mais de R$ 1 bilhão e 200 milhões de reais ao longo de cerca de 30 anos e que pode ter causado prejuízos aos cofres públicos do Estado de Santa Catarina em centenas de milhões.