Brasil com semana de novas prisões de corruptos e mafiosos no Rio e São Paulo e a soltura de Fabrício Queiroz pelo STJ
Uma semana de muita agitação no Brasil que enfrenta uma terrível pandemia do novo coronavírus Covid-19 que contagiou mais de 1.800.000 mil pessoas e levou ao óbito cerca de 70.000 mil em todo o país. Intensificadas várias prisões de integrantes de organizações criminosas que segundo investigações realizadas pelas equipes da Polícia Federal (PF); Ministério Público Federal (MPF); Ministério Público Estaduais (MPEs); GAECO e Polícia Civis de vários estados brasileiros, cujas investigações levaram à descoberta de corruptos e mafiosos que desviaram recursos públicos milionários dos cofres públicos de diversos estados deste país. No Rio de Janeiro, ocorreu na sexta-feira (10), a prisão do ex-Secretário de Estado de Saúde Edmar Santos e o ex-Superintendente da Saúde Estadual Gabriel Neves, acusados de fraudarem contratos na aquisição de respiradores pulmonares. Em plena crise desta pandemia, trata-se de prática criminosa hedionda. Desvios dos cofres públicos do Estado do Rio de Janeiro somente nestes contratos com equipamentos respiradores chegam a cerca de R$ 36 milhões de reais.E há outras investigações ligadas ao caso dos sete hospitais de campanha no Rio de Janeiro que podem haver desvios de centenas de milhões de reais.
E, em São Paulo (SP), a Polícia Civil e MPSP levam à prisão dois empresários líderes do MBL
E o Brasil vai aos pouco ficando livre de integrantes de organizações criminosas e de corruptos, mafiosos. Em São Paulo (SP), foi preso na manhã de sexta-feira (10); o empresário Alexandre M. Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso, ligados ao MBL - Movimento Brasil Livre, criado em 2014 onde liderou manifestações populares pelo Impeachment de Dilma Rousseff (PT) e pelo combate á corrupção. Os líderes do MBL foram presos sob denúncia de lavagem de dinheiro em cerca de R$ 400 milhões de reais. Nesta operação policial denominada \" Juno Moneta \", foi integrada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo; Receita Federal; Polícia Civil; Polícia Federal e GAECO. O MBL sofre um impacto fortíssimo já que nomes fictícios estavam sendo utilizados para a disseminação de Fake News. Nomes em redes sociais tais como: Luciano Ayan e Alessander Mônaco Ferreira.
STJ acata pedido de H.c. da defesa de Queiroz e da esposa dele e solta-o para prisão domiciliar
E o Supremo Tribunal de Justiça ( STJ ), dá uma ajudinha ao presidiário Fabrício Queiroz , ao acatar o pedido de defesa de Fabrício Queiroz e da esposa dele Márcia Aguiar; através de um Habeas Corpus. Fabrício Queiroz foi preso pela Polícia Civil de São Paulo em que é investigado no caso das \"Rachadinhas \"praticada na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro - Alerj junto ao então gabinete do deputado na época Flávio Bolsonaro, atualmente senador da República. Fabrício Queiroz estava preso numa dos presídios no Rio de Janeiro, enquanto a esposa dele Márcia Aguiar encontrava-se foragida e que agora diante desta concessão feita pelo STJ da soltura de Fabrício Queiroz para ficar em prisão domiciliar, Márcia Aguiar poderá retornar à residência do casal que fica no Rio de Janeiro (RJ). Fabrício Queiroz havia sido preso em Atibaia (SP), semanas atrás na casa pertencente ao advogado Frederick Wassef, conhecido por \" Anjo \", segundo as investigações realizadas pela Polícia Civil de São Paulo e Polícia Federal (PF).
Lava-Jato do Paraná critica decisão do STF que ordena envio de bases de dados à PGR
Está sendo muito criticada a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão do ministro Dias Toffoli que determinou o envio de bases de dados de forças-tarefas à procuradoria-Geral da república (PGR). O compartilhamento destas informações segundo destacou o Procurador da República Deltan Dallganol em entrevista exclusiva à CNN nesta semana, véspera da decisão de Dias Toffoli (STJ); coloca em risco à prejudicar as investigações que estão sendo realizadas no âmbito especialmente da Lava-Jato que tem mais de mil políticos investigados por vários crimes que vão desde lavagem de dinheiro; caixa 2 de campanhas políticas; fraudes; organizações criminosas; formação de quadrilhas; enfim; cujos dados são somente levados à outras instâncias jurídicas tais como da PGR e do STF quanto do STJ assim que forem concluídos estes trabalhos investigatórios da força-tarefa da Lava - Jato. Quaisquer riscos de quebra de sigilos de informações e que cheguem ao conhecimento dos envolvidos nas investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, poderão atrapalhar o curso destas investigações. Nunca antes ocorreu no Brasil pedido similar antecipar-se informações sobre investigações realizadas pelo Ministério Público Federal sem que haja conclusão destas investigações. Quais interesses h´por detrás disto, questiona-se. Eis a questão. Onde quer chegar a PGR e o STF , cujos órgãos tem propiciado como já foram registrados prejuízos desde engavetamentos de processos, atrasos em definições de tomadas de decisões sobre ações judiciais que merecem rápida definições e julgamentos especialmente por parte tanto do STJ quanto do STF. E as concessões absurdas de constantes habeas corpus para muitos mafiosos e corruptos e que hoje estão livre, leves e soltos graças á estas decisões monocráticas de alguns ministros por exemplo do STF. É sobre isto que fica questionamentos e que é inaceitável tais interesses sobre como estão e como vão estas investigações de práticas criminosas prejudiciais ao povo brasileiro, prejudiciais em muito o Brasil.