Proteção à máfia no Brasil : PGR pede ao STJ que solte mafioso Edmar Santos; preso no Rio com mais de R$ 8,5 milhões em espécie desviado do combate à Covid - 19
Muito estranhamente o que vem ocorrendo no Brasil que sofre uma catástrofe diante da pandemia do novo coronavírus Covid-19. Ocorre que as frequentes solturas de mafiosos, líderes suspeitos de organizações criminosas no país e que estão sendo presos pro operações investigatórias realizadas pelo Ministério Público e Polícia tanto Estaduais quanto Federal e que logo em seguida são soltos graças à concessões de habeas corpus, como já ocorreram recentemente em vários estados do país. O presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha mandou soltar na segunda-feira (13, um representante da empresa Veigamed, do Rio de Janeiro, preso em Santa Catarina juntamente com outros vários suspeitos de uma organização criminosa em que o governo de Santa Catarina pagou antecipado R$ 33 milhões por 200 respiradores pulmonares que nunca chegaram ser entregues à Santa Catarina. O presidente do STJ João Otávio de Noronha, mandou ainda na sexta-feira (10 ), soltar Fabrício Queiroz e Márcia Aguiar.
PGR pede ao presidente do STJ soltura do mafioso ex-secretário de Saúde do Rio preso com mais de R$ 8,5 mi em casa
Surge agora na segunda-feira (13), pedido por parte da Procuradoria Geral da República (PGR),, ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ), para que solte o mafioso e corrupto ex-secretário de estado da Saúde do Rio de Janeiro Edmar Santos, preso na sexta-feira (10) em operação do Ministério Público do Rio de Janeiro e da Polícia Estadual do Rio de Janeiro e onde nesta ação policial foram encontrados mais de R$ 8,5 milhões em dinheiro em endereços pertencentes ao ex-secretário de saúde do Rio, Edmar Santos. Dinheiro que era para ser investido no trabalho de combate à pandemia do novo coronavírus Covid-19. Estaria diante destas solturas de corruptos e mafiosos alguma ação contrária aos interesses de combate à corrupção no Brasil. A máfia no Brasil não pode estar acima da legislação e tão pouco submeter riscos às instituições deste país. Edmar Santos é acusado pelo MP do Rio de Janeiro; por prática de crimes de corrupção passiva, ativa; organização criminosa; lavagem de dinheiro e desvios de recursos públicos do Estado do Rio de Janeiro. E a PGR quer a soltura deste corrupto. Será que o presidente do STJ João Otávio de Noronha irá acatar este pedido da PGR. Pode ser que sim, pode ser que não, aguardar decisão.
O Brasil, o povo brasileiro está sendo sugado até a última gota de recursos públicos e do risco à vida diante da Covid-19
E outro aspecto diz respeito estranhamente também até agora apenas um corrupto dentre várias centenas deles citados na Operação Lava- Jato em que um único foi preso pelos crimes praticados diante das investigações realizadas pelo Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF), questiona-se quais motivos estão por detrás destes vagarosos procedimentos processuais. Deveria ser ao contrário; tanto o STF; STJ e PGR agirem de forma transparente, ágil e compromissada com os interesses do povo brasileiro especialmente ao combate á corrupção. Os desmandos, a roubalheira avassaladora de milhões de reais sendo desviados dos cofres públicos diante desta terrível pandemia do novo coronavírus Covid- 19, cuja doença faz diariamente centenas de vítimas e milhares de novos contágios por dia em todo o país e onde há falta desde respiradores; medicamentos; leitos de UTIs e de enfermagem; falta de mais equipes para atuarem neste trabalho voltado ao atendimento às vítimas da Covid-19 e também da falta de pagamento de salários atrasados à muitos profissionais da Saúde como no caso no estado do Rio de Janeiro, dentre outras regiões do Brasil; merecem toda esta situação caótica uma maior ação efetiva do STF; STJ e da própria PGR, além do governo federal e até do Congresso Nacional. O Brasil não aguenta mais a sangria dos cofres públicos e tão pouco este avanço da Covid-19 sem uma ação coordenada e responsável coletiva do âmbito federal. O povo brasileiro em sua grande maioria não merece estar sendo sugado até sua última gota de recursos financeiros e de submeter-se aos maiores riscos à vida diante desta pandemia da Covid-19.