Festa de arromba com dinheiro público do aniversário do governador de SC consome quase R$ 1 milhão. Alesc; MPSC e TCE/SC devem investigar

A festa de arromba de aniversário do atual governador do Estado de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL), custou aos cofres públicos - dinheiro do povo catarinense; quase R$ 1 milhão de reais e foi realizada na Casa Oficial do Governo de SC. Ou seja, na Casa da Agronômica em Florianópolis (SC). E para mostrar o abuso com o dinheiro público catarinense, quem organizou esta festa de arromba do aniversariante, segundo informações foi uma servidora pública que atua na Secretaria de Estado da Casa Civil e que tem origem em tubarão - mesma cidade base política do atual governador Carlos Moisés (PSL). Um absurdo utilizar dinheiro público quando afronta as prioridades de gastos governamentais de Santa Catarina.

 

A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina - Alesc já está apurando o caso; o Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC) e também o Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE/SC), ambos vão apurar o fato. Se comprovado irregularidades o governador de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL), poderá além de ter que devolver os quase R$ 1 milhão aos cores públicos de Santa Catarina, também responder por improbidade administrativa o que poderá levá-lo à um pedido de Impeachment na Alesc. O jornalista e colunista de Santa Catarina Paulo Alceu, destacou com exclusividade com na edição do Ndmais de domingo (19).

 

A administração do governo de Santa Catarina sob comando de Carlos Moisés (PSL), mas parece tempos remotos dos ditadores romanos onde haviam festas de arrombas no palácio romano com algumas exceções de hábitos do atual governo estadual. Certamente a sociedade catarinense jamais iria comungar com abuso de gastos públicos para este tipo de festa ainda mais quando na atualidade se enfrenta a pior pandemia com o novo coronavírus Covid-19 e onde há necessidades de muito recursos financeiros para direcionar especialmente na área de Saúde a fim de salvar vidas. E tem mais ainda: faltam entrar nos cofres públicos do governo de Santa Catarina os R$ 33 milhões pagos antecipadamente pelo governo sob comando de Carlos Moisés (PSL) à empresa Veigamed e que levou á descoberta de uma organização criminosa, quadrilha envolvida neste escândalo.