Alckmin (PSDB) é denunciado. Ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (DEM); o atual Crivella (Republicanos) e o ex-governador do DF Agnelo Queiroz são alvos de operação da PF e MP

A faxina no Brasil conta a máfia e contra organizações criminosas, quadrilhas que praticam crimes contra os cofres públicos deste país; aos poucos esta faxina vem sendo feita através de inúmeras investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público (MP), seja Federal e estaduais, além das equipes dos GAECOs nos estados. Na quinta-feira (23 ), a Polícia Federal (PF), cumpriu mandados de buscas e apreensões em endereços do ex-governador do Distrito Federal (DF), Agnelo Queiroz (PT) - que já foi preso pela PF na Operação Panatenacio em maio de 2017 por denúncias de corrupção feitas por um dos ex-diretores da Odebrecht à PF e ao MPF.

 

Também na quinta-feira (23), a PF e MP do Rio de Janeiro deflagaram uma ação de buscas e apreensões contra o ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (DEM); bem como contra o atual prefeito Marcelo Crivella ( Republicanos ); além do governador do Rio Wilson Witzel (PSC) do Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde - IABAS) - uma organização social que administra vários hospitais no Rio de Janeiro e em São Paulo, incluindo os de Campanha para o atendimento à pacientes com o novo coronavírus Covid-19.

 

Fraudes licitatórias na área da Saúde; lavagem de dinheiro; organização criminosa; superfaturamento; pagamento de propinas são alguns dos principais crimes praticados por quadrilhas envolvidas no esquema tanto no Rio de Janeiro; Distrito Federal quanto em São Paulo, segundo investigações realizadas pela Polícia Federal e Ministério Público Federal e que correm em segredo. E o Ministério Público em São Paulo acatou a denúncia contra o ex-governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), por haver recebido segundo investigações da Lava- Jato por parte da Odebrecht valor total de R$ 11,3 milhões de forma não oficial ( caixa 2 ) para campanha em 2010 e 2014. O atual governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel, já é alvo na Operação Placebo que investiga atos de irregularidades e desvios de recursos públicos da Saúde e que enfrenta agora um pedido de Impeachment aprovado pela Assembleia legislativa o Estado do Rio de Janeiro.