Êta Brasil : Vai dos Guardiões do Crivella; afastamento de Wiltzel (Rio) e ao processo de Impeachment contra Carlos Moisés em SC

O Brasil é um celeiro de mafiosos e corruptos. Mais do que isto: celeiro de organizações criminosas incomparáveis existentes no mundo nestas pelo menos cinco últimas décadas. Nem na China; Itália; México; Hong Kong; Colômbia e Estados Unidos onde há históricos de organizações mafiosas; são tão prejudiciais à população quanto no Brasil. As mais recentes operações investigatórias realizadas pelo Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF), além das equipes da GAECO nos estados brasileiros; juntamente com algumas destas operações envolvendo o trabalho também da Receita Federal; Polícia Civil e Militar; além de Tribunais de Contas dos Estados; mostraram e continuam ainda mostrando realidade de o quanto muitas administrações públicas desde municipais, estaduais e do governo federal; prejudicaram o povo brasileiro através de condutas ilícitas desde corrupção; ativa; corrupção passiva; fraudes licitatórias; organizações criminosas; lavagem de dinheiro; superfaturamento em obras; serviços e consultoras públicas; caixa 2 de campanhas politicas; desvios financeiros que somam cifras de centenas de bilhões dos cofres públicos deste país.

 

Diante desta realidade, as mais recentes situações como as que ocorrerem no Estado do Rio de Janeiro; dão mostras do quão a organização criminosa lá instalada dentro das instituições públicas promovem os mais graves crimes contra a população daquele estado brasileiro. basta destacar que os últimos seis governadores do Rio de Janeiro; cinco deles foram presos após descobertos crimes contra o erário público. E agora. o afastamento de Wilson Witzel do cargo de governador do Rio de Janeiro; dá mostra de que a organização criminosa continua instalada no governo do Rio de Janeiro. Até o vice-governador do Rio está sob investigação da Justiça Federal por integrar uma organização criminosa.

 

Prefeito do Rio de Janeiro Marcello Crivella, um mafioso sob escuderia dos \"Guardiões de Crivella\"

E a Justiça do Rio de Janeiro já um procedimento investigatório contra o prefeito do Rio de Janeiro Marcello Crivella ( Republicanos ). Até a Polícia já foi acionada na terça-feira (1), para desmontar o esquema criminoso mostrado em reportagem através da Rede Globo, na qual vários servidores públicos contratados pela gestão do mafioso prefeito Marcello Crivella ( Republicanos); atuam para impedir e cercear o trabalho de profissionais da Imprensa diante de hospitais públicos no Rio de Janeiro. Reportagem da Globo revelou a forma com que os integrantes dos chamados grupos ( criados em rede do WhatsApp ) denominados: \" Guardiões do Crivella\"; \" Plantão \" e \" Assessoria Especial GBP \" - ligado ao gabinete do prefeito Marcello Crivella. Entidades representativas do Jornalismo brasileiro repudiaram publicamente estas ações criminosas que afetam a democracia e prejudicam o trabalho informativo, relevante; transparente e responsável e de interesse da população geral e que da forma com que estes grupos de servidores públicos da gestão de Marcello Crivella estão agindo; merecem serem responsabilizados criminalmente. É o que o Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro; está já tomando providências relativas ao caso.

 

Mostrado na reportagem da Tevê Globo. A crise profunda na área tanto da Saúde diante desta pandemia da Covid-19; crise na área de Segurança Pública e na área também da Educação no rio de Janeiro; mostra a gravidade com que organizações criminosa aproveitam de espaços políticos e chegam ao poder administrativos para promoverem graves atos ilícitos e que afetam a grande maioria da população brasileira e o que ocorre no Rio de Janeiro onde 6 governantes já foram presos, isto sem contar diversos secretários tanto municipais quanto estadual no Rio de Janeiro; dentre outros que atuam em outras áreas, incluindo empresarial e até jurídica; e que mostra esta gravidade administrativa no Rio de Janeiro. Nove mandados de buscas e apreensão foram determinados pela Justiça no Rio no caso destas presenças de alguns servidores públicos impedindo atividades jornalísticas próximo a hospitais no Rio de Janeiro (RJ).

 

Em Santa Catarina o governador Carlos Moisés (PSL), diante de um possível Impeachment

Em Santa Catarina um outro desafio maior surge politicamente e desta vez contra o atual governador Carlos Moisés (PSL), contra a vice-governadora Daniela Reinher ( sem partido ) e também contra o secretário de Estado de Administração Jorge Eduardo Tasca. Uma comissão Especial foi instalada na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc; cuja finalidade será elaborar um relatório e que será após levado ao plenário da Alesc para votação. Neste episódio contra o governador Carlos Moisés (PSL), está incluído o caso do pagamento antecipado de R$ 33 milhões
em abril deste ano para a empresa Veigamed, do Rio de Janeiro e que não entregou 200 respiradores pulmonares ao governo de Santa Catarina. Várias pessoas foram presas e processos continuam tramitando na Justiça contra integrantes de uma possível organização criminosa que teve relação direta e indireta nesta negociação de compra de 200 respiradores por parte da Secretaria de Estado da Saúde (SES), de Santa Catarina. E há outro detalhe envolvendo esta questão de um provável Impeachment do governador de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL). Ocorre que em caso haja a aprovação do processo de Impeachment de Carlos Moisés (PSL), por parte da Alesc, quem poderá assumir o governo de Santa Catarina é o presidente da Alesc, deputado estadual Julio Garcia (PSD), que foi denunciado à Justiça diante da Operação Alcatraz, deflagrada em maio de 2019.

 

A Operação Alcatraz investigou fraudes licitatórias; organização criminosa; planilha de pagamentos de propinas milionárias; lavagem de dinheiro; ocultação de bens; desvios de recursos públicos; falsidade ideológica; segundo apontam as investigações do Ministério Público Federal; Ministério Público Estadual e da Polícia que atuaram em conjunto nesta operação Alcatraz, deflagrada em maio de 2019 e que indiciou 11 pessoas, sendo algumas indo à prisão. E o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina - Alesc Julio Garcia (PSD), é um dos indicados pela Justiça nesta operação Alcatraz. Portanto, a questão do processo de Impeachment contra o governador do Estado de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL), poderá haver por detrás disto uma motivação estratégica política em que o presidente da Alesc deputado estadual Julio Garcia (PSD); pode querer ter maior poder a fim de buscar travar o andamento do processo que tramita contra ele na Justiça diante da Alcatraz. Julio Garcia (PSD), responde a quatro crimes, segundo as investigações: fraudes licitatórias; ocultação de bens; integrar organização criminosa e corrupção ativa. Em entrevista coletiva logo após estourar a Alcatraz, Julio Garcia negara quaisquer ato ilícito praticado.