STJ abre inquérito contra o governador de SC Carlos Moisés (PSL) e a PF inicia investigação sobre compra dos 200 respiradores

Até que enfim uma maior e ampliada investigação sobre o pagamento antecipado na compra de 200 respiradores feita em abril deste ano pelo governo de Santa Catarina através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), junto a empresa Veigamed, do Rio de Janeiro. Foram pagos R$ 33 milhões e até agora não foram devolvidos aos cofres públicos esta totalidade e tão pouco apareceram os 200 respiradores pulmonares para atender necessidades de atendimento à saúde de pessoas diante desta pandemia do novo coronavírus Covid-19.

 

O ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Benedito Gonçalves autorizou a abertura deste inquérito contra o governador de Santa Catarina Carlos Moisés Silva (PSL). E a Polícia Federal (PF), entra no caso investigando o caso da compra e do pagamento antecipado destes respiradores pulmonares fantasmas e que envolve segundo as investigações iniciadas pela DEIC e Ministério Público do Estado de Santa Catarina, uma organização criminosa e que levou alguns integrantes à prisão.

 

Por uma decisão monocrática de um dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), alguns dos presos nesta operação da DEIC e do MPSC foram logo soltos da prisão e aguardam em liberdade até que seja concluída todas estas investigações a fim de apurar a completa responsabilidade sobre esta aquisição e de pagamento de R$ 33 milhões à empresa Veigamed, do Rio de Janeiro. O Governador de SC Carlos Moisés (PSL), enfrenta um processo de Impeachment aberto pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina - Alesc.

 

O governador de Santa Catarina Carlos Moisés (PSL), desde início do caso sobre os 200 respiradores tem manifestado da necessidade de plena apuração sobre o caso a fim de apurar responsabilidades e que não possui nenhuma responsabilidade quanto a esta aquisição. caberá a Justiça Federal e à Polícia Federal (PF), definir agora a quem caberá esta responsabilidade sobre o pagamento antecipado de R$ 33 milhões a empresa Veigamed. Uma coisa é certa: o dinheiro ( R$ 33 milhões devem retornar rapidamente aos cofres públicos do Estado de Santa catarina e com juros e correção monetária ) e responsabilizar quem de fato coube este procedimento criminoso e punição para não deixar imune este caso gravíssimo.