Lava-Jato - PF e MPF devem investigar se há ou não ação da Máfia impondo regras prejudicando investigações e trabalhos das forças-tarefas

O que o Brasil vem assistindo ultimamente diante de avalanche de concessões de habeas corpus para mafiosos e corruptos, partindo de decisões monocráticas de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), é algo assustador. Ainda mais diante do volume de centenas de bilhões desviados, roubados por organizações criminosas que atuam no país, como já demonstraram inúmeras das investigações realizadas pelo Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), além de equipes da GAECO. A saída recente do coordenador da força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba (PR), Deltan Dallagnol e dos sete outros procuradores da República da força-tarefa da Lava-Jato em São Paulo nesta semana; quando por decisão coletiva pediram ao procurador -Geral da República Augusto Aras; para deixaram de atuarem neste trabalho da força-tarefa da Lava-Jato em São Paulo. E um dos principais motivos alegados pelos sete procuradores da República ao pedirem demissão da força-tarefa da Lava-Jato em São Paulo mostra que há algo muito estranho por detrás da forma com que a procuradora da República Viviane de Oliveira Martinzes atua prejudicando o trabalho a força-tarefa da Lava-Jato em São Paulo.

 

Procuradores que deixaram força-tarefa da Lava-jato em SP denunciam entraves prejudiciais

Diz um dos trechos do ofício assinado pelos sete procuradores da República: \" a situação tornou-se insustentável a partir do momento que a procuradora Viviane, intensificando sua postura de desmonte do acesso da Força-Tarefa, passou a decidir unilateralmente sem debater com estes signatários, ou mesmo sequer comunicá-los; declinando feitos e trabalhando em várias vias por suas redistribuições\". Fatos graves de pressões sobre atrapalhar os trabalhos das forças-tarefas da Operação Lava-Jato, merecem investigações amplas por parte da Polícia Federal e do próprio Ministério Público Federal (MPF). Há possivelmente uma forte pressão de mafiosos e corruptos, organizações criminosas que são alvos destas investigações da Lava-Jato e que pelos efeitos de alcance de sucessos em decisões por parte de Cortes Superiores da Justiça (STF) e STJ; podem estarem buscando êxitos ainda maiores de livrarem-se de pararem na prisão pelos crimes graves cometidos contra o povo brasileiro, contra os corres públicos.

 

Pode estar havendo conluio diante destas decisões por parte de alguns ministros tanto do STF quanto do STJ e isto tem que ser investigado, apurado para saber quais as razões de tantas benesses para mafiosos e corruptos neste país. Os entraves nestas investigações da força-tarefa da Lava-Jato somados à cobertura à mafiosos e corruptos que já deveriam estarem atrás das grades em presídios é algo muito grave. O ofício da equipe de sete procuradores da república foi assinado por: Guilherme Rocha Gopfert; Thiago Lacerda da Nobre; Paloma Alves Ramos; Marília Soares Ferreira; Paulo Sergio Ferreira Filho e Yuri Corrêa da Luz e pela coordenadora desta força-tarefa da Lava-Jato Janice Ascari. O documento foi entregue ao procurador -Geral da República Augusto Aras. A renúncia à força-tarefa da Lava-Jato em São Paulo, portanto, deu-se diante da s divergências e de incompatibilidade \" insolúveis \", completa o ofício.

 

Saída da força-tarefa da Lava-jato em SP ocorre em meio revezes que miram senador Serra (PSDB)

O momento da saída dos sete procuradores da República - todos da força-tarefa da Lava - jato em São Paulo; ocorre em meio aos revezes da Lava-Jato Bandeirante que mira o senador José Serra (PSDB), denunciado à Justiça Federal por lavagem de dinheiro transnacional. Em contas na Suíça, a Polícia Federal e MPF detectaram alguns milhões suspeitos de desvios dos cofres públicos em São Paulo. Segundo o MPF José Serra (PSDB) recebeu em propina da Odebrecht R$ 4,5 milhões devido propina relacionada às obras do Rodoanel Sul, em São Paulo (SP). A filha do senador José Serra; Verônica Allende Serra também é alvo destas investigações por parte do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF).

 

Gilmar Mendes e Dias Toffoli (STF), suspendem ação penal contra José Serra. Generosidade com Serra

No início deste mês o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, ampliou liminar concedida pelo presidente do STF ministro Dias Toffoli ao senador José Serra (PSDB). e suspendeu a ação penal que mira o senador José Serra por suposta lavagem de propinas pagas pela empreiteira Odebrecht. A denuncia contra José Serra (PSDB), foi feita por Diego Paes Moreiras, da 6a. vara Criminal de São Paulo - uma hora depois que o ministro e presidente do STF Dias Toffoli em suspender \" toda a investigação \" contra o senador José Serra (PSDB). Por cautelar, Toffoli decidiu suspender a ação penal contra José Serra até um novo entendimento do STF sobre o caso. Seria dar um largo período, um tempo, um fôlego a mais no trâmite da ação penal contra José Serra, o que aliás, não é nenhuma novidade por parte dos inúmeros processos contra corruptos e mafiosos que vagarosamente tramitam de forma estranha que mais parece propositadamente dentro do STF e do STJ contra agentes corruptos deste país. É que os casos praticamente envolvem grandes proporções de dinheiro desviados dos cofres públicos do país e que não parecem ser interessantes por parte do STF e do STJ combater a corrupção no país; o que seria lamentável; se isto realmente esteja acontecendo. Perde o Brasil. Perde o povo brasileiro. perde os cidadãos mais desprotegidos pela ação do Estado em si que deveria manter plena justiça social; econômica e sustentável, além de manter pleno rigor no combate a corrupção no Brasil.