PGR fecha acordo com operador que repassou mais de R$ 3,8 milhões ao mafioso senador Renan Calheiros (MDB-AL)

O acordo do delator que assumiu crimes de corrupção ativa e que disse ter entregues mais de R$ 3,8 milhões em espécie - dinheiro dentro de \" malas \", em 2014 ao senador mafioso e corrupto Renan Calheiros (MDB-AL); será agora este acordo homologado junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), para análise do ministro Edson Fachin. O acordo na PGR -Procuradoria -Geral da República é de não persecução penal ( ANPP ). O operador Durval Rodrigues da Costa, assumiu diante da PGR ter praticado crimes de corrupção ativa, e se comprometeu à prestar serviços comunitários por um período de um ano; além de pagar prestação pecuniária no valor de R$ 40 mil calculado com base na gravidade dos fatos relatados á Justiça.

 

Para este tipo de crime de corrupção ativa delatado à Procuradoria-Geral da República (PGR), pelo operador Durval Rodrigues da Costa é passivo de pena inferior a quatro anos de prisão. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), responde a outros vários inquéritos na Justiça Federal. O caso relacionado a este acordo do operador junto a PGR envolve o inquérito que tramita no STF , por um desdobramento da delação dos executivos mafiosos da J&F , irmãos Joesley e Wesley Batista -presos na Operação da Lava-Jato através da \" Alaska\" - uma das fases da Lava-Jato, deflagrada pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF).