Caso dos respiradores em SC: (PF) e MPF, fazem buscas e apreensões na sede administrativa do Governo de SC e na Casa D´Agronômica
Caso dos Respiradores em Santa Catarina: Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF), deflagraram na manhã de quarta-feira (30), uma operação que resultou no cumprimento de diversos novos mandatos de buscas e apreensões. Desta vez atingiu o Centro Administrativo do governo de Carlos Moisés da Silva (PSL), e também na Casa D´Agronômica - residência oficial do governador Carlos Moisés da Silva, em Florianópolis (SC).
Representantes do Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), estiveram logo pela manhã; por volta das 07 h visitando estes locais e recolhendo equipamentos e documentos que visam investigar mais sobre o pagamento de R$ 33 milhões antecipados para a empresa Veigamed, do Rio de Janeiro. Compra feita em abril deste ano de 200 respiradores pulmonares que sequer foram entregues ao Governo do Estado de Santa Catarina. O dinheiro foi pago à Veigamed e a grana sumiu, assim como o proprietário desta empresa contendo uma série de irregularidades, segundo investigações da Polícia e do MP. Apenas; uma pequena parte de dinheiro; a PF e o MPF conseguiram resgatar.
O imbróglio da compra mau feita dos 200 respiradores chineses que seriam entregues pela Veigamed à Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina; acabou resultando em prisões de integrantes de uma suposta organização criminosa; além de levar os secretários à época da Casa Civil Douglas Borba pedir exoneração do cargo; assim como o da Saúde Helton Zeferino. Além disto, uma Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI foi instaurada pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina - Alesc.
Diversas oitivas foram realizadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI da Alesc e o relatório final desta CPI enviada ao Ministério Público do Estado de Santa Catarina (MPSC), para dar sequência ao caso. A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF), entraram nas investigações nesta fase preliminar que resultou nesta nova ação de buscas e apreensões no caso dos R$ 33 milhões que o Estado de Santa Catarina almeja retorno o mais breve possível aos cofres públicos para atender demandas urgentes especialmente na área da Saúde.
Daqui em diante novas etapas deverão culminar com pleno esclarecimentos e devolução completa dos R$ 33 milhões aos cofres públicos e os responsáveis pelo pagamento adiantado à Veigamed; deverão ser penalizados de acordo com o que prevê a Justiça.