Destaques da semana : Morte de Eddie Van Haden e de Johnny Nash deixam vácuo no mundo musical e pedido para saída de Júlio Garcia da Alesc
Uma semana agitada desde os bastidores políticos ao mundo artístico musical. A morte do cantor holandês Eddie Van Haden (65), criador da banda Van Haden e considerado um dos maiores guitarristas da história, bem como, a morte do cantor Johnny Nash (80,que lançou um dos mais famosos discos com o jingle\" I Can see clearly Now \", em 1972 e que vendeu na época mais de 1 milhão de discos e ficou por quatro semanas seguidas na lista da Billboard, deixaram ambos uma lacuna, um vácuo no mundo musical mundial. Eddie Van Haden morreu de câncer e estava realizando tratamento contra a doença nos Estados Unidos, num dos hospitais em Santa Mônica. Eddie Van Haden morreu na terça-feira (06) e o filho Wolf, que é baixista da banda Van Haden, foi quem anunciou à Imprensa a morte do pai, porém, não revelara a causa da morte, mas provavelmente tenha sido devido à doença pela qual Eddie Van Haden vinha realizando desde alguns anos contra o câncer. E a morte do cantor norte-americano Johnny Nash (80), não foi revelada também causa da morte. Johnny morreu em sua casa nos Estados Unidos.
Pedido para saída de Júlio Garcia (PSD), da Alesc foi protocolado. Operação Alcatraz repercutindo
E no meio político, especialmente catarinense foi protocolado junto a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina um pedido para a saída do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina - Alesc, Júlio Garcia (PSD). Diante das denúncias graves contra o deputado e presidente da Alesc Júlio Garcia (PSD), na Operação Alcatraz que investigou uma série de crimes por parte de uma organização criminosa, segundo apurou a Polícia federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF), e onde aparece citação, inclusive em delação premiada por parte da Advogada Michelle Guerra, que atuava como sócia do ex- secretário-adjunto da pasta da Administração Nelson Castello Branco Nappi Júnior que ocupava esta pasta no governo de Raimundo Colombo (PSD).
O escritório segundo a própria advogada Michelle Guerra; servia como sendo de \"fachada \" para receber recursos públicos de contratos superfaturados, segundo denúncias à PF e ao MPF e que o mesmo escritório repassava \" propinas \" ao ex-governador de Santa Catarina Raimundo Colombo (PSD); ao vice-governador Eduardo Pinho Moreira (MDB), e ao deputado Júlio Garcia (PSD). O dinheiro público era repassado à \" interlocutores \" através de uso de caixas de uísque, caixas de sapato; sacolas e até envelopes pardos, segundo Michelle Guerra. A Justiça Federal já determinou de pena 12 anos, incluindo tempo de prisão domiciliar, regime semi aberto e regime aberto com uma série de restrições e ainda multa no valor de R$ 500 mil reais à advogada Michelle Guerra. E o deputado e presidente da Alesc Júlio Garcia (PSD), são duas denúncias contra ele dentro da Operação Alcatraz e que agora espera uma decisão por parte da Justiça Federal e que deverá ocorrer no máximo nos dias 23 ou 24 deste mês de outubro.
A operação Alcatraz continua ainda repercutindo diante da gravidade do quadro envolvendo o presidente da Alesc- deputado Júlio Garcia (PSD), - o primeiro na linha sucessória na gestão da administração do Governo de Santa Catarina em caso de aprovação do Impeachment contra o governador Carlos Moisés Silva (PSL) e da vice-governadora Daniela Reinher (Sem partido ); ambos denunciados no caso da compra dos 200 respiradores pulmonares fantasmas no valor pago antecipado de R$ 33 milhões no início do mês de abril deste ano e também por haver o governo determinado isonomia salarial para todos os procuradores de Santa Catarina, elevando a folha de salários em mais outros cerca de R$ 850 mil reais mensais, sem que houvesse passado projeto pela análise da Alesc.