Bolsonaro dá senha de que está aliado a máfia ao dizer que \" acabou \" com a Lava Jato - maior investigação do mundo contra corrupção
O presidente da República Jair Bolsonaro, eleito pelo PSL e que deixou a sigla logo em seguida ao chegar à presidência, disse em pronunciamento público na quarta-feira (07), no Planalto, de que \" acabou \" com a Lava - jato - a maior operação investigatória de combate a corrupção não somente a maior no Brasil como em todo o mundo já registrada. Ao dizer que \"acabou \" com a Lava jato, Bolsonaro antecipa a senha de que está aliado a máfia, organizações criminosas no Brasil que provocam rombos bilionários aos cofres públicos deste país. Quando deveria enfatizar de que o combate a corrupção deve prosseguir firme a mis forte com fortalecimento das equipes do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF), que atuam nas forças tarefas de combate a corrupção no Brasil, cuja criminalidade praticada por muitos políticos; empresários, doleiros, advogados, desembargadores como ficou já comprovado em várias das investigações e processos que tramitam na esfera do Judiciário deste país. Bolsonaro disse no seu pronunciamento no Planalto na terça-feira (07), de que \" acabou \" com a Lava Jato \" porque no governo não tem mais corrupção \". Bolsonaro, entretanto, esquece, seja voluntariamente ou não de que a Operação Lava Jato investiga casos de desvios bilionários dos cofres públicos em gestões de governos anteriores como principalmente na gestão de Luís Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, ambos do PT e de Michel Temer (MDB). Portanto, a Lava Jato que ainda possui diversas fases investigatórias para concluir sua missão na plenitude; passa sofre pressão tanto por parte do Governo Bolsonaro quanto da Procuradoria -Geral da República (PGR) e do próprio Supremo Tribunal Federal (STF). Afinal, até agora desde 2014, quando iniciou esta operação investigatória, o STF conclui apenas um processo de levar à prisão um ex-deputado federal filiado ao Partido Progressista (PP) e que acabou morrendo dentro de uma unidade prisional no estado do Paraná. Faltam ainda muitas tarefas por parte da coordenação da chamada força-tarefa da Operação Lava Jato a fim de chegar a outros diversos mafiosos e corruptos e que na totalidade de desvios financeiros dos cofres públicos, esta máfia deva ter desviados centenas de bilhões dos cofres públicos do Brasil.
Bolsonaro diz que \" acabou \" com a Lava Jato e desta forma favorece mafiosos e corruptos que sequer foram parar na prisão
Já era suspeito desde que algumas das reuniões fechadas à quatro paredes, sem constar na pauta oficial e tão pouco ser divulgados o teor dos diálogos quando o presidente da República Jair Bolsonaro, reuniu-se com presidente à época do Supremo Tribunal Federal (STF); com o presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (DEM-PA)- que responde a processos na Justiça Federal por corrupção e só não está preso ainda por ser beneficiado com o foro privilegiado ( coisa que protege muitos mafiosos e corruptos neste Brasil); o presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), que igualmente tem processo tramitando na Justiça Federal por recebimento segundo investigações do MPF e da PF relacionado à caixa dois de campanha eleitoral; e que articularam uma espécie de acordo branco para minimizar o avanço das investigações por parte da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), relacionado não somente à Lava Jato, porém, de outras investigações que envolvem muitos políticos que integraram bases de governos desde a gestão de Lula e Dilma além de Michel Temer e onde muitos destes políticos continuam com mandatos eletivos na Câmara e no Senado Federal e que formam a base de apoio ao governo de Jair Bolsonaro. No chamado núcleo do \" centrão \", por exemplo, concentram-se boa parte deste políticos corruptos e mafiosos que estão com processos tramitando na esfera da Justiça Federal. Mas, o foro privilegiado beneficia protecionismo à máfia e aos corruptos envolvidos nestes processos por corrupção; lavagem de dinheiro; caixa dois; desvios para paraísos fiscais; organização criminosa, dentre outros crimes como falsidade ideológica, por exemplo.
Desmonte do trabalho da PF e do MPF por parte da PGR que prejudica investigações é indicativo de protecionismo à máfia
Exemplo clássico e real desta ação contrária ao combate a corrupção no Brasil; foi da pressão sofrida pelo ex-coordenador da Operação Lava jato, procurador Federal e que foi ministro da Justiçaram por alguns meses Sérgio Moro. Assim como Sérgio Moro sofreu retaliações também o procurador da República Deltan Dallagnol que atuou também fortemente neste trabalho da força tarefa da Lava Jato chegou a ter uma ação disciplinar contra ele e outros procuradores da República; como daqueles três que aturam recentemente junto a força-tarefa da Lava jato em São Paulo e que tiveram que deixar a função desta coordenação por influência da falta de apoio por parte da Procuradoria -Geral da República (PGR), à fortalecimento da estrutura e de equipes neste trabalho de combate a corrupção no país. de tal forma; também no Rio de Janeiro - um dos estados epicentro da corrupção e da atuação da máfia e de organizações criminosas no país e bem representadas em Brasília (DF); conforme várias das investigações da PE e do MPF, delas sendo em segredo de justiça; mostra este potencial de organização criminosa que tem amparo dentro do governo federal quando um pronunciamento deste manifestado pelo presidente da república Jair Bolsonaro ao dizer que \" acabou \" com a Lava jato, já não precisa ninguém dizer mais nada. Afinal, a senha foi revelada e só não entende quem não quer neste país arrombado financeiramente especialmente quando se trata de recursos públicos com uma dívida pública de mais de 3 TRILHÕES e que mostra que efetivamente se fosse uma empresa com uma dívida desta dimensão, ou o dono, ou sócios já estariam presos por falta de recolhimentos de impostos e tributos; ou pela má gestão administrativa - algo que no poder público, seja municipais, estaduais e federal é ao contrário: os desvios financeiros só crescem na medida que mafiosos agindo em organizações criminosas, em conluio como ao que se vê nesta fase de pandemia do novo coronavírus Covid-19 ; quando dezenas de bilhões foram parar nas mãos de corruptos como têm sido mostrado e revelado pelas séries das investigações realizadas pela Polícia Federal (PF), Ministério Público Federal (MPF), Polícia Civil; equipes da GAECO e Receita Federal. O Brasil não merece o cerceamento, o fim da Operação Lava Jato, mas o presidente da república Jair Bolsonaro ao dizer que \" acabou \" com a Lava jato, disse exatamente que \" acabou \" de ser favorável ao combate a corrupção no Brasil. E assim, mostra ou estar aliado a corruptos e mafiosos já pensando na reeleição de 2022 ou está completamente alienado e provavelmente está sofrendo de algum mal quando sofrera o impacto do contágio do novo coronavírus Covid - 19 que afeta vários órgãos, incluindo o cérebro. E o povo brasileiro, mais sofrido diante da roubalheira do dinheiro público, sequer pensa no futuro quanto mais no presente. Daí, o retrato do Brasil. Os políticos é tipo espelho- que reflete a cara do eleitor.