Governador Moisés se afasta e assume Daniela Reinehr que tem ambos mais um pedido de impeachment à ser julgado

Uma verdadeira novela se não fosse realidade e que ocorre em Santa Catarina no âmbito político e jurídico onde o governador que deixou o cargo temporariamente por 180 dias conforme decisão do Tribunal Especial de Julgamento referente ao primeiro processo de impeachment contra o Carlos Moisés, diante da concessão de isonomia salarial à todos os procuradores de Santa Catarina sem que este ato governamental passasse pela aprovação da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc, e que segundo a legislação teria que haver esta decisão por elaboração de projeto de lei do Executivo Estadual.

 

O Tribunal Especial de Julgamento aprovou o trâmite do processo de impeachment somente contra Carlos Moisés ( PSL ), e manteve Daniela Reinehr ( sem partido ); fora deste processo de impeachment. desta forma; Daniela Reinehr assumiu na terça-feira (27), o cargo de governadora interina de Santa Catarina. E um outro processo de impeachment contra o então governador Carlos Moisés está tramitando na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina- Alesc e já aprovado pela maioria dos deputados e, inclusive depende agora da e relacionado ao pagamento antecipado de R$ 33 milhões por 200 respiradores pulmonares à empresa Veigamed, do Rio de Janeiro e cujos equipamentos nunca foram entregues ao Governo de Santa Catarina ( com exceção de apenas 50 destes aparelhos e que sequer tinham condições adequadas para o tratamento aos pacientes com o novo coronavírus Covid-19 .


O que a sociedade de Santa Catarina quer saber onde estão os R$ 33 MILHÕES pagos antecipadamente ......Onde foram parar

Agora este processo segundo de impeachment depende da decisão do Tribunal Especial de Julgamento composto por cinco deputados estaduais e cinco desembargadores; os quais seguirão o mesmo ritmo do que ocorreu com o anterior processo enfrentado tanto por Carlos Moisés quanto Daniela Reinehr. Moisés (PSL), terá então este prazo de 180 dias para realizar sua defesa enquanto aguarda a decisão sobre este segundo julgamento por parte do tribunal Especial de Julgamento e caso seja confirmado prazo de 180 dias para também promover sua defesa diante de aprovação o seguimento do processo de impeachment; Carlos Moisés vai seguir em busca de alcançar retorno ao cargo de governador, o que poder ocorrer dependendo do que houver de decisões nas próximas etapas da sequência destes dois processos de impeachment contra Carlos Moisés. Isto que tem ainda as instâncias Superiores da Corte afim de recorre-las de acordo com a legislação.

 

Portanto, há muito ainda a ser delineado em termos do que poderá ou não ocorrer relacionado aos dois processos de impeachment contra o governador afastado do cargo Carlos Moisés (PSL). Mas, o que a sociedade catarinense quer de mais importante neste momento desde que saíram dos cofres públicos do governo estadual é o retorno dos R$ 33 milhões aos cofres públicos e cabe à Justiça estabelecer investigações completas a respeito de onde foram parar estes R$ 33 milhões e que deverão retornar o mais breve aos cofres públicos e de preferência corrigidos monetariamente com ressarcimentos aos cofres públicos. Quem, onde e como foram parar os R$ 33 MILHÕES pagos antecipadamente para a empresa fajuta da Veigamed, do Rio de Janeiro. Houve investigações, buscas e apreensões, prisões, processos e inquéritos abertos, oitivas na ALESC e CPI; mas cadê os R$ 33 milhões.

 

Várias instituições envolvidas nas investigações ( DEIC; Ministério Público; Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina -TCE-SC; Polícia Federal - PF; e governo do Estado que fez auditoria interna, e CADÊ ESTES R$ 33 MILHÔES , pergunta que não quer calar. É preciso uma resposta para toda sociedade catarinense. Afinal, são R$ 33 MILHÕES que saíram dos cofres públicos e até agora, nenhuma resposta clara, definitiva, conclusiva. O Ministério Público de Santa Catarina; a Polícia Federal (PF), devem ter algum aspecto já bem avançado a respeito do paradeiro dos R$ 33 milhões e para mãos de quem foram estes recursos públicos.