Destaques em SC vão da superlotação em UTIs; seca nas lavouras e operações contra organização criminosa
Uma semana super agitada no estado de Santa Catarina. Primeiro é sobre o avanço da pandemia do novo coronavírus Covid-19 atinge níveis assustadores, gravíssimos onde já não há mais vagas em leitos de UTIs em vários hospitais da região da Grande Florianópolis (SC). O Ministério Público (MPSC), diante da falta de política pública na prevenção a pandemia da Covid-19; reagiu e fez vistorias em dois hospitais de Florianópolis.
Foi na sexta-feira (06). Foram vistoriados o Hospital Universitário (HU) e o Hospital de Caridade. A ocupação de leitos adultos de UTIs para pacientes atingidos pela Covisd-19, registrava ocupação de 97% e no fim de semana era previsto ocupação total de leitos de UTIs para pacientes de Covid-19 na região da Grande Florianópolis (SC).
O governo de Santa Catarina mostra-se indiferente em relação à gravidade desta pandemia do novo coronavírus Covid-19 em todo o estado. A gravidade de falta de uma política de Saúde em santa Catarina já iniciou com o pagamento antecipado de R$ 33 milhões para a empresa Veigamed que teria que entregar 200 respiradores pulmonares ao governo de Santa Catarina.
Foi repassado os R$ 33 milhões e até agora nem respiradores e tão pouco os R$ 33 milhões que culminou com uma investigação e que até agora sequer foi concluída. O povo catarinense certamente exige o retorno dos R$ 33 milhões aos cofres públicos o mais breve possível e corrigidos monetariamente e que a Justiça seja feita aos responsáveis pelos crimes que lesaram o Estado de Santa Catarina. Segunda situação gravíssima registrada em Santa Catarina foi diante da audiência sobre o caso em que a Justiça através de decisão de um dos juízes da 3a. Vara Criminal de Florianópolis (SC), inocentou um réu acusado de estupro.
A jovem Mariana Ferrer, em vídeo onde parte desta audiência foi realizada em setembro passado, mostrou ao mundo como é tratada uma mulher diante de quatro autoridades em que o advogado de defesa do acusado trata de forma humilhantes, desrespeitosa, agressiva a jovem Mariana Ferrer. O caso continua repercutindo no mundo. Na Europa, inclusive movimentos de mulheres manifestaram repúdio ao ato escrupuloso com que a jovem brasileira Mariana Ferrer foi submetida.
Em terceira situação vem a questão da seca que atinge especialmente regiões do Oeste; Meio-Oeste e Planalto Serrano Catarinense onde tanto a agricultura quanto a fruticultura sentem os efeitos desta da falta d´água. E os registros de incidência de geadas fora de época onde a fruticultura da região de São Joaquim; Urubici; Painel; Bom Retiro e Lages além de Campo Belo do Sul e Capão Alto, são prejudicadas nesta época do ano.
Enfim; estes fatos os mais relevantes incluindo o caso ainda de operações da Polícia Civil de Santa Catarina e DEIC - Departamento Estadual de Investigações Criminais realizaram operações de combate a corrupção; desvios de recursos públicos e organização criminosa, bem como uma outra operação de combate ao crime hediondo de envolvimento de várias pessoas sendo presas acusadas de crime de exploração sexual contra crianças e adolescentes. Oito pessoas foram presas nesta operação em Santa Catarina, além de outros nove estados. O Ministério da Justiça e a Polícia Civil atuaram nesta operação de combate ao crime de exploração sexual contra crianças e adolescentes. Esta foi a sétima fase desta operação no país.