Primeiro voto do novo ministro do STF é à favor de promotor de Justiça suspeito de receber propina

O ministro Nunes Marques que assumiu vaga recente junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e que foi indicado pelo presidente da República Jair Bolsonaro, em seu primeiro voto junto a Segunda Turma desta Corte Superior de Justiça ( STF); foi em favor do promotor de Justiça do Rio de Janeiro Flavio Bonazza de Assis, acusado pela 7a. Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro (RJ), de receber propina de empresários do setor de ônibus do Rio de Janeiro. Em março passado, o ministro do STF Gilmar Mendes, havia mencionado de que \" não há nos autos dados concretos que desenvolvem a periculosidade do paciente ..\". Gilmar Mendes (STF), disse também que a denúncia foi \" fundamentada em suposições, ilações \".

 

A Segunda Turma do STF manteve na terça-feira (11), a decisão do ministro do STF Gilmar Mendes, que em março deste ano mandou soltar da prisão o promotor de Justiça Flavio Bonazza de Assis. Outro ministro que acompanhou esta decisão conjunta de Nunes Marques e Gilmar Mendes foi Ricardo Lewandowski. Tanto Gilmar Mendes quanto Ricardo Lewandowski são os campeões de concessões de habeas corpus para soltura tanto de suspeitos de corrupção; lavagem de dinheiro, integrantes de organizações criminosas quanto de réus respondendo a processos na esfera da Justiça Federal. Gilmar Mendes ainda determinou que o processo contra o promotor saísse da 7a. vara criminal Federal do Rio de Janeiro e fosse para a esfera estadual.