Ex-assessor de Rodrigo Maia (DEM-RJ), deverá depor à PF e o STF quer explicação da Abin sobre ajuda à Flávio Bolsonaro
Uma semana de muita movimentação política em Brasília-DF. A Polícia Federal (PF), vai tomar depoimentos de um ex- assessor do presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), e de outros emissários acusados na Justiça por delatores da empreiteira OAS de operar o recebimento de recursos financeiros via caixa dois em nome do deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ).
As diligências foram autorizadas nesta semana pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, após o pedido do Procurador-Geral da República Augusto Aras, que reabriu investigação que estava engavetada há meses na PGR contra o atual presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia (DEM-RJ). As investigações da PF e do MPF apontam repasses milionários da OAS para Rodrigo Maia (DEM-RJ). Dinheiro em espécie, segundo as investigações da PF. Aras afirmou que \" á indícios do pagamento de vultuosos valores em espécie \" a representantes de Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Caso \" rachadinha \" na Alerj: STF quer explicações da Abin sobre ajuda ao filho de Bolsonaro
A ministra do STF Cármen Lúcia, deu prazo de 24 horas para que a Abin ( Agência de Informações ) do governo federal se pronuncie sobre a suspeita de que fez ou não relatório em favorecimento ao filho do presidente da República, Flávio Bolsonaro. \" O fato é grave \", disse o Procurador -Geral da República Augusto Aras. Utilizar órgãos de governo para uso e defesa de interesses próprios é alga que fere a Constituição Federal. Aras (PGR) vê suspeita como grave. O caso refere-se ao processo contra Flávio Bolsonaro no caso da \"rachadinha \" quando atuava ocupando uma das cadeiras como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro - Alerj.
Rachadinha é conhecida como prática de recolhimento de parte ou de todo o salário de funcionários em prol de parlamentar. Flávio Bolsonaro que é filho do presidente da República Jair Bolsonaro ( sem partido ), é acusado na Justiça por crimes que vão desde peculato; lavagem de dinheiro e liderar organização criminosa. O parlamentar Flávio Bolsonaro à imprensa nega tetr praticado ilicitudes.
Imagem: O Globo