Presidente da Câmara, mafioso Lira do \" Quadrilhão do PP \" na mira do STF que demora para julgar casos da Lava Jato
O presidente da Câmara Federal deputado Arthur Lira (PP) de Alagoas é alvo de nova denúncia no esquema do chamado \" Quadrilhão do PP \". O delator e doleiro pivô da Operação Lava Jato Alberto Yousseff confirmou ao Ministério Públio Federal (MPF) e à Polícia Federal (PF), durante as investigações da Lava Jato de que o deputado federal Arthur Lira (PP) de Alagoas, esteve por quatro ocasiões visitando o seu escritório em São Paulo (SP, em 2010 e 2011 para receber \" dinheiro em espécie \" dentro do esquema criminoso de desvios financeiros junto a Petrobras. Arthur Lira (PP) de Alagoas já havia sido também denunciado anteriormente à Justiça Federal por haver recebido propinas oriundas da empreiteira UTC- Constran e também da Jaraguá Equipamentos, mas os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli e Gilmar Mendes entenderam que \" não havia elementos de prova suficientes \". Esta decisão foi em 2017.
Arthur Lira (PP) é sucessor direto para assumir a presidência da República em caso da saída de Bolsonaro e de Mourão. A presidência da Câmara Federal recentemente já foi cargo ocupado por um mafioso - o então deputado Eduardo Cunha (MDB) e que acabou indo parar na prisão por denúncias de corrupção e formação de quadrilha. O também ex-presidente da Câmara Federal deputado Rodrigo maia (DEM-RJ), é alvo de processos junto ao STF por corrupção e caixa dois. Agora, novamente o cargo de presidente da Câmara Federal fica nas mãos de outro mafioso e apoiado por 302 deputados que o elegeram ao cargo de presidente da Câmara Federal. Assim trilha o Brasil, nas mãos da máfia. Daí, o atraso desta Nação com gravíssimos problemas sociais, econômicos e de crise sanitária diante da pandemia do novo coronavírus - Covid-19. Isto sem contar a pandemia da corrupção.
O que leva O STF a demorar anos, décadas para definir um julgamento contra mafiosos e corruptos, pergunta-se
Vale destacar que maioria dos processos contra mafiosos e corruptos que desviaram centenas de milhões dos cofres públicos do Brasil; estão tramitando lentamente quando não parados dentro do Supremo Tribunal Federal (STF), situação que somente favorece à máfia. Uma situação estranha e que merece profundas investigações para que o STF dê uma justificativa à sociedade brasileira a respeito de tamanha envergadura de protecionismo institucionalizado para muitos corruptos e mafiosos que acabam sendo beneficiados á exemplos de centenas de concessões de habeas corpus para que mafiosos fiquem livres da prisão. Um dos apoiadores visando angariar recursos ilícitos para alguns políticos dentro do PP, foi o então líder progressista e que já morreu José Jatene (PP), do Paraná. Muito próximo e amigo do doleiro Alberto Yousseff desde época que moravam em Londrina (PR), José Jatene ajudou o \" Primo \" como era denominado na planilha da Lava Jato o agora e atual presidente da Câmara Federal Arthur Lira (PP) de Alagoas. Jatene articulou segundo investigações da Lava jato a aproximação de Lira com a empreiteira UTC - Constran e da Jaraguá Equipamentos a fim de receber recursos financeiros para disputar eleição à Câmara Federal.