Ministro Gilmar Mendes (STF), avança na concessão de H. c. para mafiosos. Desta vez o beneficiado foi Rafael Ferreira Alves

O Brasil chegou ao fundo do poço, mais do que isto: ao cúmulo de mafiosos e corruptos que ao longo de décadas estão subtraindo, desviando milhões e até bilhões dos cofres públicos como uma espécie de máquina mecânica permanente de promover atos criminosos absurdos e sob o manto de proteção estratégica de órgãos superiores da Justiça brasileira. Exemplo mais recente ocorrido no sábado (27), isto mesmo em pleno fim de semana; quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, um dos campeões em concessões de Habeas Corpus para soltura de corruptos e mafiosos que atuam no Brasil e o beneficiado foi nada mais nada menos do que o empresário do Rio de Janeiro Rafael Ferreira Alves, considerado pela Polícia Federal e Ministério Público Federal após amplas investigações como sendo o \" operador do QG da propina \", na gestão do ex- prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella ( Republicanos ).

Aliás, no Rio de Janeiro, diante a tamanha envergadura de organizações criminosas dentro e fora do meio político; parecem nem mais preocupar esferas dos três poderes ( Executivo; Judiciário e Legislativo). Afinal, em ambas esferas de poder no Rio de Janeiro já contaminadas corroídas pela corrupção e organizações criminosas, já expandiram suas raízes fora do Rio de Janeiro em especial no Distrito Federal onde se concentram o centro destes poderes públicos. Marcelo Crivella ( Republicanos ), foi preso sob determinação do Ministério Público Federal (MPF) em 23 de dezembro de 2020 e solto sob concessão de um Habeas Corpus determinado pelo ministro Gilmar Mendes (STF). em 12 de fevereiro d passado. Considerado líder de uma organização criminosa, o ex-prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella ( Republicanos ); foi preso juntamente com o empresário Rafael Ferreira Alves; considerado pela Polícia Federal e MPF \" operador do QG \" de propinas na gestão de Marcelo Crivella ( Republicanos ). O Supremo Tribunal de Justiça (STJ), já havia negado anteriormente o pedido de soltura do mafioso e corrupto preso em operação da PF e do MPF no Rio de Janeiro. As investigações na gestão de Crivella nesta ação que resultou na prisão do ex-prefeito do Rio e do empresário conta também com a prisão de outras pessoas envolvidas nesta organização criminosa como do ex-tesoureiro de Marcelo Crivella; Mauro Macedo, o delegado Fernando Moraes e outros dois empresários do setor de seguros Adenor Gonçalves e Cristiano Stoclker.