Cadê os R$ 33 milhões dos 200 respiradores que o governo de SC pagou à máfia e não recebeu até hoje ?
Cadê os R$ 33 milhões de volta aos cofres públicos que o governo de Santa Catarina sob o comando de Carlos Moisés (PSL), pagou em abril do ano passado para aquisição de 200 respiradores pulmonares não entregues à SC e tão pouco os R$ 33 milhões retornaram aos cofres públicos de Santa Catarina ? Cabe uma urgentíssima resposta à população catarinense por parte tanto do governo de Carlos Moisés (PSL); quanto da máfia que recebeu o montante dos R$ 33 milhões de reais - dinheiro público oriundo de contribuições do povo catarinense; como também devem uma resposta clara, efetiva, os demais órgãos competentes que apuram este caso escrupuloso, vergonhoso e criminoso praticado junto ao governo estadual catarinense em plena e profunda crise epidêmica da Covid-19 com que Santa Catarina vem enfrentando com hospitais superlotados e sem vagas de leitos, com riscos eminentes da falta de medicamentos e até de oxigênio medicinal para salvar vidas de pacientes portadores do vírus da Covid-19.
A empresa Veigamed assim como os demais envolvidos no esquema relacionado à negociação dos 200 respiradores junto ao governo de Santa Catarina; devem uma resposta esclarecedora à população catarinense, bem como, o Ministério Público Estadual; Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE/SC) - que tem papel fiscalizatório as contas de governo estadual e municipais, além de outros como da Alesc, por exemplo, e também devem resposta à sociedade catarinense a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina - Alesc; além da Polícia de Santa Catarina através da DEIC - Departamento Estadual de Investigação Criminal e que investigou e certamente vem investigando o caso até a conclusão para saber onde foram parar o total de R$ 33 milhões de reais pagos pelo governo de SC sob comando de Carlos Moisés. Aliás, na sexta-eira (26), a Alesc terá missão de votar sobre o caso destes 200 respiradores pulmonares e se há ou não a responsabilidade do governador Carlos Moisés (PSL) neste caso.