Bolsonaro troca seis por meia dúzia na movimentação de troca ministeriais

O presidente da República Jair Bolsonaro ( sem partido ) e sem rumo político-administrativo deste país; realizou na segunda-feira (29), troca de alguns dos ministros : Ernesto Henrique Fraga Araújo ( Ministro das relações Exteriores ) deixou o cargo e assume o general Fernando Azevedo e Silva , o qual deixa o Ministro da Defesa para Walter Braga Netto.

 

Saiu também Luiz Eduardo Ramos para assumir a Secretaria Geral da Presidência a deputada federal Flávia Arruda (PL-DF). O delegado da Polícia Federal Anderson Gustavo Torrer assume o Ministério de Justiça e Segurança Pública no lugar de André Mendonça que volta para a AGU- Advocacia -Geral da União e Carlos Alberto Franco França assume a pasta de Relações Exteriores no lugar de Ernesto Araújo, o qual já vinha sofrendo pressão política partindo de boa parcela dentro do Congresso Nacional devido atrapalhadas em plena pandemia do novo coronavírus Covid-19 . Dificuldades e forma de atuação política e diplomática externa junto a diversos países especialmente daqueles que produzem imunizantes para a Covid-19; levara aà saída de Ernesto Araújo.

 

O Brasil vem necessitando de uma diplomacia mais aberta e de diálogos mais transparentes que contribuam de forma mais acelerada contra a grave pandemia da Covid-19 que assola o Brasil, criticaram alguns parlamentares no Congresso Nacional. E o General Fernando Azevedo e Silva, ao deixar a pasta da Defesa, destacou em nota à imprensa de que teve o \" dever cumprido \".

 

Brasil navega num barco sem rumo


O presidente da República - Capitão de Exército reformado e ex-deputado federal por vários mandatos Jair Bolsonaro ( sem partido ); mostra incompetência política- administrativa quando desdenhou e continua desdenhando a gravidade da pandemia da Covid-19 no Brasil e cujo vírus já matou mais de 315.000 mil pessoas. O Brasil está com centenas de pacientes portadores da Covid-19 na fila a espera de um leito hospitalar e também de leitos de UTIs, sendo que há risco eminente da falta até de medicamentos e de oxigênio medicinal e de mais equipes para atuar na área da Saúde em todo o país.

 

É notória a dificuldade do presidente da República Jair Bolsonaro no campo político em que maioria de seus aliados ou está envolvido em processos de corrupção e basta ver quais dos partidos que o apoiam e que possuem vários políticos envolvidos na Justiça diante resultados de inúmeras investigações realizadas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF), e também pelo escândalo das rachadinhas e ainda diante do fracasso de combate à pandemia da Covid-19 em que o governo federal desde início sequer atuou de forma mais contundente e eficaz em agir de forma ampla e preventiva de políticas públicas na Saúde. Diante desta ampla conjuntura política e administrativa, alas militares que deram apoio à candidatura de Bolsonaro na disputa ao governo federal, agora, nos bastidores já analisam que embarcaram num barco totalmente inseguro e que poderá naufragar ou ficar encalhado como ao que ocorreu recentemente no canal de Suez.