Desmatamento no Brasil pode levar o país à ameaça global por origens de vírus mais letais do que SARS Cov-2 ( Covid-19)

O Brasil que é o quinto maior país em extensão territorial ( cerca de 5,7% do Planeta ); sofre há décadas ausência de uma gestão adequada na preservação e defesa ambiental. Os desmatamentos avassaladores sem um controle fiscal por parte de governo federal e estaduais e até municipais, colocam o Brasil diante um dilema face esta crise epidemiológica com a pandemia do novo coronavírus Covid-19. Ou seja; o Brasil já é tido como o país com que poderá em breve futuro originar uma gama de vírus altamente letais pior do que o SARS Cov-2 ( Covid-19). E a causa deve-se fundamentalmente aos efeitos dos desmatamentos e de explorações de riquezas minerais, provocando mudanças dos ecossistemas, especialmente em regiões da Amazônia, Cerrado e da Mata Atlântica.

 

A Cúpula do Clima que reúne maiores países do mundo para discussão sobre os efeitos que tornam prejudiciais climáticos do Planeta; coloca em debate que primordialmente para que haja um contexto eficiente social e economicamente se faz necessário, sobretudo, haver equilíbrio e controle ambiental e de saúde coletiva. A pandeia da Covid-19 mostra já seus efeitos danosos tanto na vida das pessoas quanto na questão econômica e de saúde. A destruição contínua das florestas e da biodiversidade desta região traz por consequência de todas as regiões como da Amazônia; Mata Atlântica e do Cerrado; prejudicando os biomas brasileiros. Isto requer combate e fiscalização mais rígidas. É preciso fortalecer políticas públicas que promovam a proteção e também a utilização sustentável dos seus recursos. Garantir a sustentabilidade das atividades econômicas no Brasil; é extremamente fundamental para que o país possa prevenir as catástrofes ambientais e que estão ocorrendo em escala maior em várias regiões do país.

 

Desde décadas diante o âmbito das discussões, debates internacionais; fóruns internacionais sobre o Meio Ambiente; o retrocesso na prática governamentais de ações preventivas de destruição dos biomas como ocorre no Brasil; mostra que governos estão acada vez mais agindo em marcha ré. Daí, os danos nas áreas sociais; econômico e culturais, somados aos efeitos da destruição da natureza e o resultado disto tudo traz consequências diretas à população como desde piora na qualidade de vida; falta de maiores investimentos em saneamento básico; ampliação de rede de abastecimento de água tratada; alta de maiores oportunidades de geração de emprego e renda; enfim; o que a Cúpula Mundial do Clima prevê é que deva haver maior intensidade de ações preventivas visando à redução na emissão de CO2 na atmosfera; bem como; redução dos desmatamentos e neste caso o Brasil preocupa face ao contínuo desmatamento que vem ocorrendo especialmente na região Amazônica; e que nesta pandemia da Covid-19 já mostrara nesta região a capacidade de originar novas variantes; cepas do novo coronavírus Covid-19 e também com risco eminente de num breve futuro gerar vírus extremamente letais piores do que do atual SARS Cov-2 (Covid-19 ).

 

E não basta apenas manter o que resta das florestas no Brasil. É preciso muito mais do que isto: precisamos plantar mais árvores, preservar e cuidar das praças públicas; ampliar as praças públicas para o lazer e práticas desportivas. proteger e ampliar unidades de Conservação na natureza. Preservar e cuidar das matas ciliares. Proteger as fontes d ´água. Destinar de forma correta resíduos sólidos e resíduos líquidos. Por tudo isto e muito mais relacionado à preocupação ambiental é que a população mundial e especialmente brasileira deverá primar pela defesa das florestas.

 

Para lembrar que em 1987, a Comissão Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento de Gro Harlem Brundtland ( conhecida como Comissão Brundtlan ), produziu o primeiro grande alerta global sobre as questões ambientais do Planeta. Foi o chamado documento \" Nosso Futuro Comum \". E tudo a partir daquela década registrou ano a ano maiores prejuízos infelizmente à natureza. Em 2007, foi lançado um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente ( Pnuma ), que mostrou na época a situação da atmosfera, da terra, da água e da biodiversidade em todo o mundo. este documento identificara prioridades para ações - a \" prioridade global \" e onde esta prioridade já se debruçava sobre a mudança climática global.

 

A elevação dos níveis dos mares; derretimento das geleiras e dos lençóis de gelo continuando dia a dia; crescente acidificação dos oceanos e as temperaturas mais quentes, além dos desmatamentos, explorações minerais, cada vez mais afetando populações, principalmente em países mais pobres onde a segurança alimentar é prioridade além de garantia de acesso com qualidade à saúde, trabalho e renda dignas Alimento, água e biodiversidade com uso sustentável do solo manter cuidados com a natureza preservando-a e recuperando-a, protegendo a diversidade e biodiversidade; dentre outras medidas conjuntas governamentais; poderão evitar maiores catástrofes e desta forma promover um desenvolvimento social e econômico sustentável.