Congresso Nacional quer elevar para R$ 5,7 bilhões verba para campanha eleitoral de 2022. Vergonha. Um absurdo !

Mais um dos absurdos e vergonhosa proposta surgida no Congresso Nacional brasileiro. Ou seja, a proposta do relator deputado federal José Juscelino Rezende dos Santos Filho (DEM) do Maranhão, cujo parlamentar também é Médico e que propõe elevar, mais do que dobrar o valor da verba pública para a campanha eleitoral de 2022.

 

O valor atual é de R$ 2 bilhões. Isto mesmo; atualmente é DOIS BILHÕES e a proposta que já está tramitando no Congresso Nacional é elevar para R$ 5,7 BILHÕES A VERBA PARA CAMPANHA ELEITORAL DE 2022. Isto é uma VERGONHA ! Em plena pandemia da Covid-19 quando mais de 540.000 mil pessoas morreram pela doença, sendo muitas destas milhares de vítimas sequer tiveram chance de alcançar um leito de UTI Covid-19, ou até obter um atendimento hospitalar face à não disponibilidade nem de leito de enfermagem e ou de ambulâncias para socorrê-las, outras muitas milhares de vítimas morreram por falta até de oxigênio medicinal. Isto, sem contar outras inúmeras dificuldades diante da fragilidade do sistema de Saúde em todo o Brasil.

 

Povo brasileiro deve repudiar proposta de mais do que dobrar verba para campanha em 2022

Agora, mais uma vez surge uma grande afronta ao povo brasileiro. Isto é: mais do que dobrar verba pública para campanha eleitoral e onde se sabe muito neste Brasil em casos já amplamente investigados e divulgados pela imprensa nacional, sobre as falcatruas; atos ilícitos de desvio de recursos financeiros públicos durante campanhas eleitorais.

 

A crise e humanitária no Brasil, desemprego elevadíssimo; inflação galopante; faz-se necessário a população brasileira repudiar veementemente esta medida, esta proposta em mais do que dobrar o valor da verba pública para campanha eleitoral em 2022. E que o eleitor brasileiro saiba cobrar mais dos parlamentares pelo quais tenham votado anteriormente para que se possa impedir que seja dobrado o valor de verba para campanha eleitoral e até mesmo haja alteração elevada de quaisquer valor acima dos R$ 2 bilhões atuais - o que já é um absurdo em se tratando de desperdiçar dinheiro público.