Afronta ao Brasil - País da fome, miséria e corrupção, maioria do Congresso triplica verba para campanha de 2022
Nem a pandemia da Covid 19 que já matou no Brasil mais de 550.000 mil pessoas e onde há mais de 25.000 milhões de desempregados e outros mais de 46.000 milhões de pessoas no sub emprego com mísero salário; foi suficiente para evitar com que a maioria de políticos com mandato no Congresso Nacional votassem contra o aumento triplicando de R$ 2 bilhões para R$ 5,7 bilhões a verba para campanha eleitoral de 2022.
Dos parlamentares catarinenses que atuam no Congresso Nacional votaram a favor deste aumento absurdo dos recursos financeiros públicos passando de R$ 2 para R$ 5,7 bilhões os recursos para gastar em campanha eleitoral de 2022, os seguintes deputados federais: Angela Amin (PP); Caroline de Toni (PL); Celso Maldaner (MDB); Coronel Armando (PSL); Daniel reitas (PSL); Darci de Mato (PSD); Fabio Schiochet (PSL); Geovania de Sá (PSDB); Hélio Costa ( Republicanos ); Ricardo Guidi ( PSD); Rogério Peninha (MDB); todos eles aqui anteriormente citados; votaram pela aprovação da LDO - Lei de Diretrizes Básicas de 2022 que inclui o valor passando de R$ 2 BILHÕES para R$ 5, 7 BILHÕES A VERBA PARA CAMPANHA ELEITORAL DE 2022. O deputado federal Carlos Chiodini ( MDB), não votou, pois esteve ausente desta sessão da Câmara Federal.
Votou pelo NÃO; a deputada federal Carmem Zanotto ( Cidadania ); Pero Uczai (PT); Gilson Marques ( Novo ) e Rodrigo Coelho ( PSB), ambos votaram contrários à aprovação da LDO.
Já, os senadores catarinenses Dário Berger (MDB); votou contrário, enquanto Esperidião Amin (PP) e Jorginho Mello (PL), ausentes, não votaram.
Vale ressaltar que no Brasil o salário mínimo de um trabalhador é mísero R$ 1.100, 00 reais, que mal paga dois pães por dia, um botijão de gás, a tarifa de energia elétrica, tarifa de água e saneamento ( quando se tem o saneamento básico no bairro onde se reside); telefone e ou acesso a Internet; transporte e praticamente nada mais ( na maioria das vezes nem dá para quitar aluguel de moradia, geralmente em casas precárias e área localizadas onde se falta infraestrutura pública adequada como desde ruas pavimentadas; calçadas; alta área de lazer; falta escola e creches próximas ), enfim, esta é a triste realidade da grande maioria da população brasileira.
Enquanto isto, principalmente a classe política além do elevado salário mensal, contam desde verbas de gabinete; verba parlamentar e de recursos disponíveis desde motorista, combustível, telefone; diárias; auxílio-moradia; auxílio-alimentação; plano de saúde, etc) - tudo pago com dinheiro público. ÊTA BRASIL, atolado na corrupção, atolado nas mãos de organizações criminosas como mostram inúmeras das investigações já realizadas pela Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), ao logo destas últimas pelo menos quatro décadas no Brasil. Daí, que a dívida pública ultrapassa R$ 4 trilhões e 500 bilhões. Má gestões públicas- administrativas, escândalos um atrás do outro e levando o Brasil ao pleno caos.
Caberá à cada cidadão deste país com mais clareza e propósito de alcançar um país onde prevaleça a justiça social e onde a corrupção e os desmandos financeiros públicos sejam mais respeitados e começa novamente o desafio como as próximas eleições. Ou seja, a partir de 2022. Faxina Já neste país onde dinheiro público é encarado como se fosse de poucos donos em si.