Grave agressão do Presidente Bolsonaro ao chamar presidente do TSE de \" filho da p.. \"
Agressão das mais grave feita na sexta-feira (06), em Joinville (SC), pelo presidente da República Jair Bolsonaro e que fere o código de ética parlamentar e sobretudo, fere a dignidade humana ao desrespeitar o presidente do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE), ministro Luis Roberto Barroso. chamando-o de \" filho da puta \". Bolsonaro ao meio de uma aglomeração em Joinville (SC), momentos antes do encontro com diversos empresários ligados a Federação das Indústrias do estado de Santa Catarina- Fiesc e de entidades empresariais locais de Joinville; pronunciou o ataque verbal contra o magistrado que presidente o TSE dizendo: \" o filho da puta ainda trai gente dessa maneira. Aquele filho da puta do Barroso \", referindo-se ao ministro Luis Roberto Barroso. A repercussão nacional do ataque de Bolsonaro foi imediato e provocou indignação nos meios políticos dentro e fora do Congresso Nacional e também muita indignação na área jurídica nacional.
O ataque à mãe do ministro do TSE foi um ataque à todas as mulheres brasileiras. Trump fez isto nos EUA. Deu no que deu !
A mãe de Luis Roberto Barroso, presidente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Judith L. S. Barroso não merece em hipótese alguma esse tipo de ataque nefasto, repudiável, criminoso e que merece uma ação não somente por danos morais, porém, uma ação de cassação de mandato presidencial. Afinal, um presidente de uma Nação como a do Brasil; não deveria jamais se propor a este tipo de acusação gravíssima, anti- ética e mais ainda: aceita caladamente por boa parcela de políticos que estavam rodeando naqueles momentos, inclusive, alguns dançando de mãos dadas ao presidente da República Jair Bolsonaro, como exemplo do Senador catarinense Esperidião Amin (PP); e ao lado também estava o senador de SC Jorginho Mello (PL). Bolsonaro segue uma espécie de linhas de ataques como fez o ex-presidente mafioso , corrupto, sonegador de impostos, Donald Trump (EUA). E deu no que deu: Trump foi derrotado nas urnas. Bolsonaro segue em desespero vendo que sua trajetória política está indo para o ralo, ou seja, trilhando para acabar em 31 de dezembro de 2022.