COP 26 debate crise climática que agrava-se a cada segundo no Planeta
Representantes das maiores economia mundiais estão reunidas a partir de sábado (30), em Glasgow, Escócia, ( Reino Unido ), para participarem da COP 26 que tem como principal temática debater a crise climática do Planeta e crise hídrica; além da pandemia da Covid-19. Em Glasgow, palco da 26a. Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas do Planeta Terra, um documento deverá ser assinado com compromissos de mais de 197 países com relação às políticas de preservação ambiental e recuperação ambientais, bem como, projetos que visem o aperfeiçoamento das condições melhores de vida das populações em todo o mundo.
A COP 26 será realizada entre os dias 31 de outubro à 12 de novembro no Scottish Event Campus, em Glasgow, ( Escócia ( Reino Unido). Representantes de 197 países deverão assinar um acordo contendo diversas medidas visando evitar que haja em poucos anos uma catástrofe climática mundial. As mudanças climáticas como vem ocorrendo de forma rápida no Planeta; já estão comprometendo desde o fim de fontes de água para a população mundial; como também falta de alimentos; e um risco maior do surgimento de novas pandemias com mais frequência atingindo bilhões de pessoas. Vários protestos de diversas entidades ambientalistas de vários países estão ocorrendo na Europa; Estados Unidos e na Ásia e que buscam alertar as autoridades sobre as graves ocorrências climáticas que estão prejudicando o meio ambiente e por consequência; as populações em todo o Planeta.
As mudanças climáticas também são mais preocupantes relacionados aos desmatamentos; poluição do meio ambiente; maior grau de emissão de CO 2; além dos efeitos das tragédias mais catastróficas como enchentes e inundações em áreas de grande concentração populacional; e também a destruição de lavouras e plantações. A COP 26 é mais um passo ao debate extremamente importante para a humanidade e toda biodiversidade do Planeta. Porém, a COP 26 não poderá ser mais um espetáculo, um show teatral como foram outras conferências anteriores para debater sobre o clima, quando sequer houve grandes avanços. Pelo contrário: maioria dos países sequer cumpriram metas já estabelecidas em conferências anteriores como a de Paris, por exemplo.
COP 26 para muitos mais para fazer mais turismo do que buscar soluções
Basta ver que do Brasil, uma avalanche de políticos estarão em Glasgow, representando vários estados e até municípios. Se vão ou não de fato buscar soluções reais aos graves problemas que o Brasil vem sofrendo diante avassaladora ação de desmatamentos por todo o país, principalmente em regiões da Amazônia; Pantanal; Cerrado e da Mata Atlântica é outro aspecto. Aguardar retorno e ver resultados destas presenças de brasileiros na COP 26. Um destes exemplos é da presença do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes que junto a uma comitiva na qual conta com a esposa dele Virgínia Mendes; além de vários secretários de estado e até deputados do Mato Grosso e que lá estarão a fim de participar da COP 26. O Estado do Mato Grosso de acordo com o compromisso assinado pelo Brasil no Acordo de paris teria que reduzir em 517 KM 2 por ano o desmatamento.
Mas, ao contrário somente em 2020 este número foi bem ao contrário: triplicou a área de desmatamento no Mato Grosso. E assim, outros estados brasileiros como exemplo o Amazonas; Pará; Roraima; Amapá; Acre; Rondônia; Maranhão; São Paulo; Mato Grosso do Sul; Tocantins; Goiás; Minas Gerais; Bahia; Pernambuco; Paraná; Santa Catarina; Rio Grande do Sul, ambos estados houve paulatinamente o avanço dos desmatamentos de áreas nativas. E nas grandes cidades brasileiras sequer ocorreram políticas avançadas no planejamento urbano capaz de propiciar melhores condições de vida para populações menos favorecidas. falta desde projetos habitacionais; falta saneamento básico e falta também avançar com serviços de abastecimento de água tratada para a população das periferias em cidades das regiões do Norte e do Nordeste e também nos grandes centros do país. Portanto, a COP 26 não pode ser mais um dos eventos para servir de oportunidade turística para muitos políticos ali presentes e tendo despesas pagas com recursos públicos - dinheiro do povo brasileiro.