Brasil revela retrato criminoso contra povos indígenas: Yanomamis no abandono

Uma vergonha ! Mais do que isto: um crime hediondo a ausência o Estado na defesa da vida e da garantia de direitos constitucionais descritos na Constituição Federal de 1985 ( que é maior mentira da história brasileira ) e que não garante absolutamente quase nada de direitos à cidadãos brasileiros, à não ser ao contrário: protege mafiosos e corruptos deste país. A situação de comunidades indígenas que vivem na região Amazônica, mais precisamente nas comunidades dos Yanomamis, em Roraima, onde a crise sanitária, a fome , miséria absoluta comprova a ausência do Estado que deixa indígenas morreram por alta de atenção à saúde e de falta, portanto, da atenção à vida. A falta desta atenção do governo federal e do governo estadual está colocando à beira de um genocídio de comunidades indígenas como a dos Yanomamis. Fome somada a malária, provocam uma situação dramática para muitos dos indígenas Yanomamis, em Roraima. Crianças indígenas morrem por desnutrição e doenças.

 

Brasil à beira do genocídio de comunidades indígenas e da extinção da floresta amazônica

O Brasil em pleno século XXI, continua alastrando a devastação das matas nativas e mantendo a desatenção para com povos indígenas. Gestores governamentais federal assumem o poder e mantêm a política destrutiva da natureza e da vida de populações menos favorecidas e ao contrário, acabam favorecendo a criminalidade com explorações criminosas por ações de grileiros; garimpeiros ilegais; madeireiros ilegais e até avanço de ocupação de terras ilegais para fins de exploração do solo com o plantio de várias culturas e exploração de rebanhos bovinos. Ou seja, o governo federal em conluio com governos estaduais da região amazônica não consolidam uma política efetiva de proteção às florestas e nem para povos indígenas e de comunidades ribeirinhas da região Amazônica. O Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo ao governo federal até terça-feira ( 23), para tomar providências de socorros ao povo Yanomamis.