Fundo Eleitoral sobe para R$ 5,6 Bilhões. Em SC, sobe cobrança dos aposentados
Chega a cada fim de ano, véspera de Natal e Ano Novo e os \" presentes \" por parte da classe política brasileira representada especialmente pelo Congresso Nacional, e lá vem os absurdos contra a população brasileira. Ou seja, as afrontas com absurdas decisões de aumentos financeiros que acabam prejudicando maioria dos trabalhadores deste país, principalmente os milhões de cidadãos pobres, milhões de desempregados e daqueles que sobrevivem com baixa renda. O aumento em mais que o dobro de recursos financeiros destinados para o Fundo Eleitoral atingindo R$ 5,6 bilhões para as eleições em 2022 é um destes absurdos da classe política brasileira em que maioria dos deputados e de senadores defendem este aumento abusivo para gastarem em campanha eleitoral de 2022.
2022 - o ano de mais uma farra com dinheiro público em plena pandemia
Recursos do Fundo Eleitoral de R$ 5,6 bilhões que vão para todos os partidos políticos e seus candidatos nas eleições de 2022. Enquanto isto, o governo de Santa Catarina com apoio da maioria de deputados estaduais que atuam na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina - Alesc, e por decisão da Justiça de SC, após haver recurso pedindo a suspensão do aumento de 11 para 14% do desconto da Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Santa Catarina.
O desembargador João Henrique Blasi ( vice- presidente do TJSC), antedera um pedido da PGE ( Procuradoria- Geral do Estado de Santa Catarina ); e também do Iprev ( Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina ) para retornar a cobrança de 14% dos aposentados e pensionistas. João H. Blasi que já atuou por quatro mandatos consecutivos como deputado estadual pelo antigo PMDB ( atual MDB), foi secretário de Estado de SC; passou pelo Tribunal; conhece bem a estrutura governamental catarinense desde décadas, assim como das demandas da população catarinense.