Escândalo em Portugal respinga na gestão do ex-presidente Lula (PT)

O Ministério Público (MP) de Portugal, que vem investigando uma série de casos de corrupção/ lavagem de dinheiro; formação de organização criminosa naquele país europeu, trouxe à tona nesta plena véspera da virada de Ano Novo, o caso do economista português Ricardo do Espírito Santo Silva Salgado ( ex-presidente do Banco Espírito Santo ), tido como o mais ativo banqueiro de Portugal e conhecido como sendo \" O Dono Dito Tudo \"; é o centro destas investigações por parte do Ministério Público em Portugal e que tem o fato, segundo investigações de ligações criminosas praticadas junto a um - ex-vice-presidente do Banco do Brasil durante o governo de Luís Inácio Lula da Silva (PT).

 

O pagamento de propinas por parte de Ricardo Salgado para vários ex-funcionários de uma petrolífera estatal e também para um ex-vice-presidente do Banco Brasil na gestão do governo Lula (PT), além também de diversos funcionários da petrolífera estatal venezuelana PDVSA. Ricardo Salgado chamava a propina milionária quando dos pagamentos de \" maçãs\" e de \" areias \", cujos montantes milionários era depositados em contas na Suíça; Dubai e também no Brasil. O esquema de corrupção junto ao BES de Portugal , segundo o MP daquele país , ocorreram no período entre 2005 a 2009 Ricardo Salgado buscava financiamentos financeiros fora de Portugal a fim de investir junto ao BES - Banco do Espírito Santo e o esquema envolvia pagamentos de propinas.

 

Estes códigos, segundo as investigações do MP de Portugal; serviam para determinar ordens de pagamentos a fim de que pudessem haver as movimentações financeiras referentes às propinas pagas pelo banqueiro Ricardo Salgado. O Banco do Espírito Santo (BES); chegou a pagar multas de acordo com o MP na ordem de 4,5 milhões de euros e o esquema criminoso envolveu também seis ex-gestores do BES de Portugal. Ricardo Salgado teve que pagar à Justiça de Portugal o equivalente a 2 milhões de euros. Segundo o MP de Portugal, as investigações apontaram crimes como desde falsificações de contas bancárias e violação dos deveres de intermediários financeiros na venda de papel comercial das empresas do grupo Espírito Santo aos balcões do banco.