Rússia provoca genocídio com bombardeios na Ucrânia
Rússia sob comando do genocida Vladymyr Putin, que ordenou invasão`ao vizinho país da Ucrânia; continua há quase uma semana de guerra com ataques e atingindo a população civil, violando direitos internacionais direitos humanos. Fortes bombardeios aéreos e terrestres por principais cidades ucranianas, distritos e até vilarejos da Ucrânia ; sofre os ataques de tropas da Rússia. O exército da Ucrânia tenta de toda forma resistir esses ataques e a capital Kiev já está cercada pelos soldados russos fortemente armados com uso de bombas altamente letais, além de tropas paraquedistas da Bielorrússia e das tropas militares russas. Os bombardeios atingem alvos indiscriminadamente como prédios habitacionais; estruturas hospitalares; jardins de infância; estruturas essenciais de serviços à população como rede de água e energia elétrica, além de telefonia, dentre outras instalações como aeroportos e pontes. As cidades que estão seno as mais atingidas pelos ataques russos são: Kharkhiv onde é aterrorizante esses confrontos bélicos; Liviv; distrito de Lovozersky onde vivem grupos de etnias indígenas Sumi, os quais nunca foram à uma batalha e sequer pegaram algum dia em arma; na região de Revda; Kamets; Chernihiv; e a capital Kiev que está cercada pelas tropas russas. O exército russo já domina toda a região Leste e Sul da Ucrânia e está aos arredores da urbana da capital Kiev, onde os combates são intensos entre as tropas ucranianas e russas. A ajuda internacional para com a Ucrânia no envio de material bélico para reforça a defesa ucraniana, chega num momento muito tenso e tarde demais para reprimir o avanço das tropas da Rússia no território da Ucrânia.
Ministério de Defesa da Rússia mente ao povo russo. Veja :
O Ministério de Defesa da Federação da Rússia, se pronunciou na segunda-feira (28) de que as Forças Armadas da Federação da Rússia \" atacam apenas alvo militares. Nada ameaça a população civil\". A propagação de mentiras por parte do Kremlin é na tentativa de enganar o povo russo sobre a realidade com que ocorre no vizinho país - a Ucrânia que sofreu a invasão de tropas militares da Rússia há cerca de uma semana atrás. A Rússia já teve uma baixa de mais de 5.680 soldados russos e um site foi criado pelo governo da Ucrânia onde estão os dados de cada soldado russo vítima desta guerra contra a Ucrânia. Por outro lado, a Ucrânia tem perdas de mais de 2050 pessoas entre civis e soldados ucranianos. Centenas de soldados feitos prisioneiros de ambos os lados nesta guerra, sendo que na região de fronteira com a Rússia, portanto, ao Leste ucraniano, dezenas de soldados russos estão abandonando eus postos e retornando à Rússia, segundo uma das fontes que atuam nesta cobertura da guerra entre Rússia e Ucrânia. As sanções contra a Rússia segue aumentando com adesão de dezenas de países e por parte também das sanções definidas em conjunto pela ONU e já sendo aplicadas por parte da ONU ( Organização das Nações Unidas ).
A Rússia vai ficando quase que totalmente isolada do restante do mundo. Assim como os EUA, a Europa fechou a entrada de aviões da frota civil russa; navios de carga já não chegam à Rússia; além de suspensão de movimentação financeira de bancos russos fora da Rússia. E a ameaça de uso de armas nucleares por parte de Putin, levou a ONU a realizar na segunda-feira (28), uma reunião extraordinária para debater sobre a guerra na Ucrânia diante da invasão de tropas da Rússia. E também na segunda-feira (28) delegação representativa da Ucrânia e da Rússia iniciaram diálogos no encontro perto da fronteira entre Ucrânia e Bielorrússia. Espera-se que haja um acordo para uma cessar-fogo imediato na Ucrânia, mas ao que tudo indica, infelizmente não haverá acordo a partir desta primeira reunião, onde as propostas apresentadas por ambos países serão evadas tanto à Putin ( Rússia ) quanto à Zelensk ( Ucrânia), para o veredito final sobre se haverá ou não um cessar-fogo. Putin quer que a Ucrânia não entre no grupo da OTAN e que também a queda de Zelensk do poder ucraniano, além de manter Donetsk e Luhansk como territórios independentes. Ou seja, Putin não respeita a autonomia da Ucrânia que tem o dever e papel de escolher o seu caminho de forma democrática e livre.