PUTIN E SEUS ASSECLAS NO BRASIL

As recentes declarações tanto da ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT), na Alemanha e também do atual presidente da República Jair Bolsonaro (PL), manifestando apoio ao ditador, mafioso, criminoso de guerra - o atual presidente da Federação da Rússia Volodymyr ( Vladimir ) Putin, dão mostras claras quando ambos líderes políticos brasileiros deram declarações à imprensa de apoio ao governo de Putin diante desta invasão das tropas russas na Ucrânia. Primeiro, foi o presidente Bolsonaro ( PL ) quando da visita ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, no Kremlin, em que Bolsonaro destacou sua \" solidariedade \" para com o governo Putin. E mais recentemente a ex-presidente Dilma Rousseff ( PT) ), durante sua visita à Alemanha, condenou as sanções contra a Rússia.

 

Dilma e Bolsonaro pelas declarações públicas parecem asseclas de Putin - o novo Hitler

Ora, vejamos: o governo da Rússia sob comando do sanguinário, criminoso de guerra, ditador e corrupto presidente Putin, ao ganhar aliados indiretos como ao das declarações tanto de Dilma quanto de Jair Bolsonaro, mostram que a democracia no Brasil e no restante mundo estão mesmo muito ameaçadas. Ditadores e corruptos estão claramente dentro destes governo criminosos como ao de Putin, na Rússia, assim como na China; em Cuba; Venezuela; Coreia do Norte; Biellorússia, dentre poucos outros países sob regimes ditatoriais. Aliar-se a Putin que ordenou a invasão na Ucrânia provocando a pior tragédia desde a Segunda Grande Guerra Mundial é algo estarrecedor.

 

Defender Putin diante desta matança, crueldade praticada pelas tropas russas que praticam desde estupros de crianças, mulheres, vítimas dos horrores contra a população ucraniana e onde as milhares destas vítimas desde milhares de execuções sumárias, vítimas também de bombardeios por parte das tropas russas é inaceitável, condenável. Portanto, Dilma Rousseff (PT) assim como Jair Bolsonaro ( PL ), deveriam pedir desculpar, perdão não somente ao povo ucraniano, mas ao povo brasileiro por declararem opiniões públicas deploráveis e contra a democracia.