BATALHA DA JUSTIÇA CONTRA MÁFIA EM SC
E são inúmeros casos já investigados por diversas operações realizadas pelas equipes da GAECO; Ministério Público em Santa Catarina nestas pelo menos três últimas décadas. Mas, nos últimos anos têm sido avassaladora as ações de organizações criminosas que são investigadas pela Justiça em Santa Catarina e com deflagração de várias operações contra o crime organizado em Santa Catarina.
São mafiosos, corruptos praticando crimes que vão desde fraudes em licitações públicas, desvios milionários financeiros dos cofres públicos do Estado de Santa Catarina e até mesmo em diversos municípios catarinense e pelos quais estas operações de investigações acabaram levando muitos dos investigados à manifestar-se diante da Justiça, sendo vários destes criminosos indo parar na prisão. Muitos dos suspeitos de envolvimento em crimes de desvios financeiros dos cofres públicos em Santa Catarina; continuam soltos e poderão em caso de comprovações por parte da Justiça diante de denúncias ao Ministério Público; parar na prisão.
OPERAÇÃO FUNDO DO POÇO EM SC,PR E RS
Um destes casos de roubalheira do dinheiro público do Estado de Santa Catarina, foi descoberto através da Operação Fundo do Poço. Deflagrada em 2013, a Operação Fundo do Poço investigou casos de fraudes em licitações públicas e desvios milionários dos cores públicos, pagamentos de propinas , dentre outros ilícitos relacionados à perfurações de poços artesianos em regiões do Estado de Santa Catarina; Rio Grande do Sul e do Paraná. A Justiça de Santa Catarina condenou em decisão tomada no início desta semana a condenação de quatro réus por um período total de prisão em regime fechado acima de 140 anos. Um dos réus que é empresário na cidade de Concórdia (SC), teve uma pena por parte da Justiça em 105 anos, por segundo a Justiça, comandar uma organização criminosa que resultava em desvios milionários de recursos públicos relacionados à perfurações de poços artesianos. O processo tramita em segredo de Justiça e cabe recursos por parte dos réus.
OPERAÇÃO AVE DE RAPINA EM FLORIANÓPOLIS (SC)
A máfia não dá trégua quando se trata de atuar em crimes que prejudicam o povo catarinense e, principalmente, quando se trata de fraudar licitações públicas, desviar ( roubar ) dinheiro dos cofres públicos através de fraudes que vão desde superfaturamento em obras e serviços públicos; consultorias e aquisições de produtos para o Governo seja no âmbito estadual e ou de vários municípios catarinenses como já apontadas por inúmeras das investigações realizadas pelo Ministério Público e equipes das GAECOS em Santa Catarina.
A Operação Ave de Rapina é uma outra destas operações investigatórias contra organizações criminosas, que inclusive, tem como já foi investigado pelo MPSC e GAECOS, além da Polícia Federal (PF); casos suspeitos de participação de alguns políticos. No caso da Operação Ave de Rapina, foram investigados irregularidades nos serviços de radares e semáforos em Florianópolis (SC), bem como, na Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e também no Projeto Cidade Limpa. Portanto, o combate ao crime organizado, o combate contra mafiosos que atuam em Santa Catarina continua sendo efetivo e permanente por parte da Justiça de Santa Catarina e das equipes da PF e das GAECOS. Para quem tentar literalmente limpar os cofres públicos, poderá já saber adiantadamente de que haverá punição rigorosa por parte do Judiciário do Estado de Santa Catarina.
Afinal, a população catarinense em sua absoluta maioria jamais vai aceitar, compactuar com o crime organizado e com os desvios de centenas de milhões dos cofres públicos à cada ano que passa. Muitos hospitais estão carentes de equipamentos como exemplo o Hospital Infantil Joana de Gusmão que é considerado referência ao atendimento pediátrico em SC, mas que possui apenas um tomógrafo e quando falha sequer há outro para dar atendimento à pacientes que precisam destes exames. Recentemente, o Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis ( a Ilha da Magia ), teve que contar com a instalação de um containers na frente deste hospital para atender pacientes. Trata-se de uma triste realidade em que existem falta de maior amplitude de infraestrutura hospitalar, mais equipamentos, mais incentivos e valorização dos profissionais que atuam na área da Saúde em Santa catarina, além de propiciar que nao haja falta de muitos medicamentos como já presenciados em Santa Catarina.
Outra vergonha em Santa Catarina é de que foram construídos prédios hospitalares como em Lages e também em Itajaí, mas que sequer estão plenamente atuando em sua plenitude, Os prédios são uma espécie de elefante branco que teve investimentos milionários e que nem mesmo durante a crise da epidemia da Covid- 19 , sequer tiveram suas funções devidamente dedicadas à centenas de pacientes que precisavam naquela fase aguda desta pandemia, serem atendidos e salvos devido à doença.